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Brasil investiga A55 por bets ilegais

Operação policial no DF e em cinco estados atingiu a A55, fintech autorizada pelo Banco Central, em apuração sobre apostas ilegais.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

Uma operação policial no Distrito Federal e em mais cinco estados alcançou a A55 Sociedade de Crédito, fintech paulista autorizada pelo Banco Central, em uma investigação sobre apostas ilegais que teriam usado empresas de fachada para movimentar dinheiro. Segundo os investigadores, a fintech teria canalizado cerca de R$ 1 bilhão ligado ao esquema.

Uma operação policial no Distrito Federal e em outros cinco estados do Brasil atingiu a A55 Sociedade de Crédito, fintech de São Paulo autorizada pelo Banco Central como sociedade de crédito direto. A investigação mira casas de apostas que teriam usado empresas de fachada para movimentar recursos e, segundo a apuração, também contas ligadas ao esquema.

O que a polícia investiga neste caso?

A polícia apura apostas ilegais que teriam operado com empresas de fachada para movimentar recursos e, segundo a investigação, recorreram a uma fintech autorizada pelo Banco Central. O SBT News informou que a apuração identificou uma empresa de São Paulo que mantinha contas usadas por companhias suspeitas de integrar o esquema.

A Agência Brasil acrescentou que, de acordo com os investigadores, recursos de apostas ilegais foram enviados à A55 Sociedade de Crédito Direto e que a fintech teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão em transações ligadas ao caso. Esse valor foi atribuído aos investigadores, e não a uma conclusão judicial definitiva.

Que medidas a Justiça determinou?

O tribunal determinou o bloqueio de contas e ativos de 64 pessoas físicas e 120 pessoas jurídicas, até o limite de R$ 3,483 bilhões, além de bens mantidos em instituições supervisionadas pelo Banco Central e pela CVM. O Valor esclareceu que esse montante corresponde ao teto judicial de bloqueio e não necessariamente a prejuízos ou a dinheiro comprovadamente lavado.

Como a investigação começou?

A investigação começou cinco meses antes a partir de comunicações da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda à polícia do Distrito Federal. A Tribuna do Norte informou que as medidas atingiram a A55, duas empresas do mesmo grupo e seus dirigentes.

A RedeTV! também relatou que simulações do Ministério da Fazenda indicavam que cobranças via Pix terminavam em contas da A55 e que a plataforma registrava rotatividade de procuradores. Esse dado faz parte da investigação policial e não de uma conclusão judicial fechada.

Que outro frente apareceu na cobertura?

Coberturas brasileiras divulgaram, com base em informações atribuídas a empresas privadas, que mais de 3,6 milhões de rostos com restrições haviam sido registrados no Brasil, associados a tentativas de fraude de identidade. A mesma linha jornalística descreveu o uso de imagens e dados pessoais para tentar abrir contas bancárias em nome de terceiros, embora essa cifra não tenha confirmação oficial verificável no material recebido.

Fontes

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