Brasil investiga A55 por bets ilegais
Operação policial no DF e em cinco estados atingiu a A55, fintech autorizada pelo Banco Central, em apuração sobre apostas ilegais.
Uma operação policial no Distrito Federal e em mais cinco estados alcançou a A55 Sociedade de Crédito, fintech paulista autorizada pelo Banco Central, em uma investigação sobre apostas ilegais que teriam usado empresas de fachada para movimentar dinheiro. Segundo os investigadores, a fintech teria canalizado cerca de R$ 1 bilhão ligado ao esquema.
Uma operação policial no Distrito Federal e em outros cinco estados do Brasil atingiu a A55 Sociedade de Crédito, fintech de São Paulo autorizada pelo Banco Central como sociedade de crédito direto. A investigação mira casas de apostas que teriam usado empresas de fachada para movimentar recursos e, segundo a apuração, também contas ligadas ao esquema.
O que a polícia investiga neste caso?
A polícia apura apostas ilegais que teriam operado com empresas de fachada para movimentar recursos e, segundo a investigação, recorreram a uma fintech autorizada pelo Banco Central. O SBT News informou que a apuração identificou uma empresa de São Paulo que mantinha contas usadas por companhias suspeitas de integrar o esquema.
A Agência Brasil acrescentou que, de acordo com os investigadores, recursos de apostas ilegais foram enviados à A55 Sociedade de Crédito Direto e que a fintech teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão em transações ligadas ao caso. Esse valor foi atribuído aos investigadores, e não a uma conclusão judicial definitiva.
Que medidas a Justiça determinou?
O tribunal determinou o bloqueio de contas e ativos de 64 pessoas físicas e 120 pessoas jurídicas, até o limite de R$ 3,483 bilhões, além de bens mantidos em instituições supervisionadas pelo Banco Central e pela CVM. O Valor esclareceu que esse montante corresponde ao teto judicial de bloqueio e não necessariamente a prejuízos ou a dinheiro comprovadamente lavado.
Como a investigação começou?
A investigação começou cinco meses antes a partir de comunicações da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda à polícia do Distrito Federal. A Tribuna do Norte informou que as medidas atingiram a A55, duas empresas do mesmo grupo e seus dirigentes.
A RedeTV! também relatou que simulações do Ministério da Fazenda indicavam que cobranças via Pix terminavam em contas da A55 e que a plataforma registrava rotatividade de procuradores. Esse dado faz parte da investigação policial e não de uma conclusão judicial fechada.
Que outro frente apareceu na cobertura?
Coberturas brasileiras divulgaram, com base em informações atribuídas a empresas privadas, que mais de 3,6 milhões de rostos com restrições haviam sido registrados no Brasil, associados a tentativas de fraude de identidade. A mesma linha jornalística descreveu o uso de imagens e dados pessoais para tentar abrir contas bancárias em nome de terceiros, embora essa cifra não tenha confirmação oficial verificável no material recebido.
Fontes
- Golpes virtuais e as fraudes envolvendo instituições financeirasstj.jus.br· STJ
- Fintech da Faria Lima é central em investigação contra bets ilegaisagenciabrasil.ebc.com.br· Agência Brasil
- Golpe usa fotos para clonar rostos e tentar acessar contas bancáriascontilnetnoticias.com.br· ContilNet Notícias
- Operação no DF e em 5 estados mira bets que movimentaram milhões com empresas de fachadag1.globo.com· g1
- Megaoperação mira bets ilegais que movimentaram R$ 739 misbtnews.sbt.com.br· SBT News
- Polícia do DF faz operação contra bets ilegaistribunadonorte.com.br· Tribuna do Norte
- Operação mira fintech da Faria Lima por suposta lavagem de R$ 1 bilhão para betsvalor.globo.com· Valor Econômico
- Polícia Civil deflagra operação contra bets ilegais por fraude de R$ 700 milhõesredetv.uol.com.br· RedeTV!
- Golpes com biometria facial ameaçam bancos e usuários; veja como evitarbancariospnr.org.br· Sindicato dos Bancários de Ponte Nova e Região



