BCU propõe autenticação reforçada
BCU consulta norma que exige autenticação reforçada em operações e na vinculação de carteiras digitais.
A Superintendência de Serviços Financeiros do Banco Central do Uruguai colocou em consulta pública, em setembro de 2026, um projeto normativo que altera obrigações de emissores de instrumentos eletrônicos e o procedimento de atendimento de reclamações. A proposta inclui autenticação reforçada para operações com instrumento não presente, uma exceção para pagamentos recorrentes e prazo máximo de 60 dias corridos quando houver instituições do exterior.
A Superintendência de Serviços Financeiros do Banco Central do Uruguai colocou em consulta pública, em setembro de 2026, um projeto normativo que altera as obrigações dos emissores de instrumentos eletrônicos e o procedimento de atendimento de reclamações. A proposta foca na segurança das operações e na prevenção de fraudes, segundo informou o El País (Uruguai).
¿Qué exige la nueva propuesta del BCU?
O projeto inclui a obrigação de aplicar autenticação reforçada para aumentar a segurança das operações com instrumento não presente, diante dos níveis de fraude observados nesse tipo de transação. A exigência também alcança a vinculação de instrumentos eletrônicos a carteiras digitais.
A norma esclarece que os emissores deverão aplicar autenticação reforçada dos clientes sempre que ela for exigida para realizar transações com instrumento não presente, conforme os padrões vigentes. Além disso, na vinculação a carteiras digitais, poderão considerar como fator de posse um instrumento tokenizado associado de forma única e segura ao dispositivo do cliente.
¿Qué excepciones incorpora el texto?
O projeto cria uma exceção à autenticação reforçada para pagamentos iniciados pelo beneficiário em operações recorrentes. A previsão cobre assinaturas de serviços e débitos automáticos, de acordo com o texto divulgado pela Superintendência de Serviços Financeiros do BCU.
Esse ponto delimita quais transações ficam fora da exigência reforçada, sem alterar as demais obrigações previstas para os emissores de instrumentos eletrônicos. A proposta busca organizar o tratamento de pagamentos repetitivos dentro do esquema de segurança em consulta.
¿Cómo cambia el plazo de respuesta a reclamos?
O projeto fixa um prazo máximo de 60 dias corridos a partir da apresentação da reclamação quando a apuração exigir a participação de instituições do exterior. Esse padrão procedimental passaria a servir de referência para as entidades financeiras emissoras de instrumentos eletrônicos.
A disposição busca dar um limite temporal ao processo quando a resposta depender de diligências fora do país. Nesse cenário, o BCU estabelece que a resposta definitiva não poderá ultrapassar esses 60 dias corridos.
¿Qué alcance tiene la consulta pública?
A proposta é dirigida aos emissores de instrumentos eletrônicos e ao regime de atendimento de reclamações. O projeto ainda está em consulta pública, portanto o conteúdo divulgado pelo BCU descreve mudanças propostas, e não uma norma já em vigor.
Fontes
- Decreto 66/025 Uruguay: obligaciones de ciberseguridadinfosecura.com.uy· InfoSecura
- De 2.000 a 30.000 denuncias: el ciberdelito crece, se profesionaliza y desafía a la justicialadiaria.com.uy· La Diaria
- Mayor protección ante fraudes: la nueva propuesta del BCU para realizar compras y definir reclamoselpais.com.uy· El País (Uruguay)
- ¿Hackearon tu empresa? Qué hacer en Uruguayinfosecura.com.uy· InfoSecura
- The BHU Cybersecurity Crisis. BANCO HIPOTECARIO ... (análisis de la crisis y referencia a Circular N° 2486 del BCU)x.com· Artículo y hilo divulgados vía X (Twitter)
- How to Report Cybercrime and Online Fraud in Uruguay (2026)ministryofcyberaffairs.com· Ministry of Cyber Affairs (Uruguay)



