BCU endurece controle sobre pagamentos
BCU mandou suspender a Quickly Remesas e passou a exigir mais de PSAV, finanças abertas e testes de continuidade.
O Banco Central do Uruguai ordenou a suspensão das operações da Quickly Remesas por atuar sem registro nem autorização. Ao mesmo tempo, a Circular 2507 impôs novos limites e testes técnicos para provedores de ativos virtuais, enquanto o banco central avança com finanças abertas.
O Banco Central do Uruguai ordenou a suspensão das transferências de fundos da Quickly Remesas, por ela operar como empresa de transferência sem estar registrada nem autorizada pelo BCU. A medida reforça uma linha mais rígida de fiscalização sobre serviços financeiros digitais e se conecta a novas exigências para provedores de ativos virtuais, além do anteprojeto de Finanças Abertas.
¿Qué resolvió el BCU sobre Quickly Remesas?
O BCU determinou que a operação deveria ser interrompida porque a empresa atuava como prestadora de transferências de fundos sem constar no registro e sem autorização do banco central. Segundo a cobertura de El Observador e a versão republicada pelo MSN, a Superintendência entendeu que se tratava de um esquema de recebimento e envio de transferências internacionais por meio da compra e venda de ativos virtuais.
A autoridade também afirmou que o uso de ativos virtuais não altera a natureza do serviço de transferência de fundos. Nesse contexto, o caso funciona como um sinal de que o regime de autorização e registro alcança entidades que prestam serviços financeiros, com impacto direto nas obrigações de compliance e nos controles de segurança nos canais de pagamento.
¿Qué cambios introduce la Circular 2507?
A Circular 2507 do BCU fixa um limite diário de US$ 1.000 por cliente quando são usadas terminais automatizadas para operar diante de um PSAV. A análise de Abogados.com.ar acrescenta que a norma também exige testes de acesso, consulta, download e exportação de informações, além de testes de continuidade e recuperação.
Esses testes devem ser feitos em até 60 dias corridos desde o início do processamento e, depois, uma vez por ano, de acordo com essa leitura da norma. Na prática, a circular amplia as exigências técnicas e de controle sobre os provedores de serviços de ativos virtuais, em uma etapa em que o Uruguai já havia atualizado sua legislação para incluí-los sob supervisão do banco central, segundo The Fintech Times.
¿Cómo se vincula esto con Finanzas Abiertas?
O anteprojeto de Finanças Abertas do BCU busca uma infraestrutura regulada, interoperável e interconectada para compartilhar informações financeiras e de pagamentos de forma segura. El País informa que o desenho prevê consentimento informado e revogável do usuário, além de interfaces padronizadas.
Esse modelo coloca o banco central no centro de um perímetro de supervisão mais amplo, que já inclui os provedores de ativos virtuais e agora também define como os dados deverão ser trocados entre os atores do sistema. O resultado é um marco com mais regras para transferência de fundos, acesso a informações e validações técnicas de continuidade e recuperação.
Fontes
- Uruguay: Small Country, Big Fintech Ambitionsthefintechtimes.com· The Fintech Times
- Activos Virtuales II: El Proyecto PSAV y la Circular del BCUabogados.com.ar· Abogados.com.ar
- Finanzas abiertas en Uruguay: abrir los datos no alcanzaelpais.com.uy· El País (Uruguay)
- Uruguay Fintech Surge Signals Real Estate Opportunityrealestate-in-uruguay.com· Realestate-in-uruguay.com
- Solo cuatro de 24 organismos del Estado tienen reglas escritas que los funcionarios usen IAelobservador.com.uy· El Observador (Uruguay)
- Activos Virtuales II: El Proyecto PSAV y la Circular del BCUabogados.com.ar· Abogados.com.ar
- BCU ordenó cesar una operativa de transferencias de fondos que funcionaba sin registroelobservador.com.uy· El Observador (Uruguay)
- BCU ordenó cesar una operativa de transferencias de fondos que funcionaba sin el registromsn.com· MSN



