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Banxico e CNBV ampliam consulta sobre tarifas

Banxico e CNBV ajustam proposta para limitar tarifas de intercâmbio em pagamentos com cartão e abrem consulta até 24 de setembro.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 4 min de leitura

Banxico e a CNBV colocaram em consulta pública um projeto para limitar as tarifas de intercâmbio em pagamentos com cartão e atualizar o marco regulatório de redes e câmaras de compensação. A proposta agora prevê reduções graduais e busca ampliar a aceitação e a eficiência desses pagamentos no México.

Atualização 31 de agosto de 2026: Banxico e a CNBV ajustaram o alcance de sua proposta e, agora, a consulta pública também mira atualizar o marco regulatório de redes e câmaras de compensação de pagamentos com cartão. A UNIFIMEX acrescentou que a iniciativa busca fixar limites máximos e reduções graduais nas tarifas de intercâmbio em terminais e cobranças com cartão.

Banxico e a CNBV colocaram em consulta pública o projeto de Disposições de Caráter Geral Aplicáveis às Redes de Meios de Disposição, que busca limitar as tarifas recebidas por bancos e instituições emissoras de cartões sempre que seus clientes fazem uma compra. A iniciativa, apresentada em agosto de 2026, também abriu uma nova fase de comentários do público até 24 de setembro de 2026.

¿Qué cambia en las cuotas de intercambio?

O anteprojeto reduz o corte originalmente previsto para as tarifas de intercâmbio em pagamentos com cartão. Na versão mais recente, propõe limites de 1,30% para cartões de crédito e 1,00% para cartões de débito, com uma trajetória de redução gradual.

Segundo a cobertura de El Economista, a medida busca diminuir os custos dos pagamentos com cartão, incentivar sua aceitação no comércio e reforçar as obrigações de interoperabilidade entre redes, emissores e adquirentes. Banxico e a CNBV enquadram a consulta dentro das Disposições de Caráter Geral Aplicáveis às Redes de Meios de Disposição.

A UNIFIMEX informou que a proposta fixa limites máximos e reduções graduais nas tarifas de intercâmbio em terminais e cobranças com cartão. O veículo setorial também apontou que a consulta busca atualizar o marco regulatório aplicável a redes e câmaras de compensação de pagamentos com cartão e promover a aceitação e a eficiência dos pagamentos com cartão no México.

¿Qué plazo dio la autoridad para enviar comentarios?

A consulta pública do projeto recebe observações do público em geral até 24 de setembro de 2026, por meio do portal da Agência de Transformação Digital e Telecomunicações. A abertura dessa etapa também responde ao fato de que o anteprojeto inicial de 2025 gerou observações do setor.

Esse antecedente levou a pedidos de análise técnica e de impacto mais amplos, segundo a cobertura citada. O processo passou a integrar uma discussão mais ampla sobre as condições econômicas das redes de pagamento e o efeito regulatório sobre bancos, emissores e comércios.

¿Qué lugar ocupa esto en la agenda regulatoria financiera?

A consulta sobre cartões coincide com uma linha regulatória mais ampla de Banxico, da CNBV e da Fazenda, centrada em controles internos, governança corporativa, cibersegurança e supervisão baseada em riscos. Em um evento público sobre o sistema financeiro voluntário no México, um funcionário da Fazenda ressaltou a necessidade de fortalecer esses controles e afirmou o compromisso da CNBV de manter diálogo permanente com o setor.

Essa mesma tendência aparece em outras coberturas recentes. A CNBV intensificou a supervisão sobre fintechs e neobancos, especialmente os que operam como Instituições de Fundos de Pagamento Eletrônico, com foco em proteção ao consumidor e estabilidade financeira. Além disso, o regulador reiterou que manterá uma supervisão baseada em riscos sobre casas de câmbio e transmissores de dinheiro para prevenir operações com recursos de procedência ilícita.

¿Qué exigen a fintech e IFPE?

As IFPE operam sob a Lei Fintech e estão sujeitas à supervisão conjunta da CNBV e de Banxico, com obrigações de guarda de fundos, gestão de riscos operacionais, cibersegurança e custódia de recursos. Segundo a análise da Alvos.mx, o dinheiro dos usuários deve ser mantido em fideicomissos ou contas bancárias segregadas.

A mesma análise apontou que as IFPE e as SOFIPO são entidades reguladas e supervisionadas pela CNBV, embora não contem com seguro de depósitos equivalente ao IPAB. A Economia Total, por sua vez, explicou que a CNBV autoriza e supervisiona bancos, corretoras, operadoras de fundos, IFPE e instituições de financiamento coletivo, e que os aplicativos digitais são desenvolvidos por essas entidades, não pelos apps em si.

¿Qué riesgos operativos acompañan este debate?

O foco em controle e supervisão chega em um contexto de incidentes de cibersegurança que já afetaram o sistema financeiro e a infraestrutura pública. A Jornada Estado de México informou que, em 2024, houve um ataque com perdas de 161,99 milhões de pesos em uma instituição bancária, com danos acumulados próximos de 483 milhões de pesos no período considerado.

A Infobae também documentou uma falha de conectividade que deixou inacessíveis portais como os da CNBV, da Condusef e do IPAB, o que expôs vulnerabilidades de cibersegurança e continuidade operacional em plataformas críticas. Em paralelo, a CNBV mantém sua supervisão baseada em riscos sobre casas de câmbio e transmissores de dinheiro, com ênfase em PLD/FT e na integridade do sistema financeiro.

Fontes

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