CiberLATAMbywhalemate

BCRA e México apertam monitoramento fintech

Argentina reforça a rastreabilidade para PSPs e o México amplia obrigações antilavagem, enquanto o setor une cibersegurança

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

O Banco Central da República Argentina publicou a Comunicação B 13208/2026, que ordena que trâmites e pedidos sigam por canais formais e digitais. Ao mesmo tempo, no México, a atualização do regulamento da Lei Antilavado acrescentou novas obrigações de compliance, enquanto o setor financeiro acelera a união entre cibersegurança e antifraude.

A Comunicação B 13208/2026 do BCRA, publicada no Boletim Oficial em 27 de julho de 2026, detalha serviços e trâmites ligados ao regime de entidades financeiras e PSP. A norma reforça a obrigação de encaminhar informações e pedidos de autorização por circuitos formais e digitais, em linha com uma supervisão mais rígida, baseada em informação padronizada e rastreável, para o ecossistema financeiro.

¿Qué cambios introdujo el BCRA para entidades financieras y PSP?

A Comunicação B 13208/2026 do BCRA, publicada no Boletim Oficial em 27 de julho de 2026, detalha serviços e trâmites vinculados ao regime de entidades financeiras e PSP. O texto reforça a obrigação de canalizar informações e pedidos de autorização por circuitos formais e digitais do Banco Central, em sintonia com uma supervisão mais rígida, baseada em informação padronizada e rastreável para o ecossistema financeiro.

¿Cómo impacta esa precisión regulatoria en el mercado local?

No mercado local, essa precisão regulatória se soma à adoção de sistemas de inteligência artificial por bancos e fintechs para detectar fraude em tempo real e compartilhar alertas com o BCRA e outros atores do sistema, segundo reportagem da Ecos365 publicada em 28 de julho de 2026. Esse monitoramento avançado aparece descrito como parte da resposta tecnológica necessária para cumprir exigências de supervisão mais rígidas e reduzir os níveis de fraude digital.

A nota da Ecos365 acrescenta que essas capacidades de detecção e alerta já fazem parte da discussão operacional de bancos e fintechs, em um contexto em que o regulador exige mais rastreabilidade sobre os trâmites e as informações recebidas.

¿Qué ocurrió en México con la agenda antilavado?

No México, o material disponível aponta para um endurecimento da agenda de compliance. Uma atualização do regulamento da Lei Antilavagem em julho de 2026 incorporou novas obrigações de cumprimento, enquanto outras referências de contexto apontam mudanças ligadas à Lei Antilavagem e aos desafios da banca digital no país.

Ao mesmo tempo, uma reportagem da Infobae sobre fraude digital indicou que o setor financeiro mexicano está acertando a união das agendas de cibersegurança e antifraude para proteger os usuários contra o fraude digital. Essa cobertura menciona a participação de órgãos reguladores, mas não detalha novas normas concretas da CNBV ou do Banxico.

Na mesma linha, uma coluna de opinião do El Financiero afirmou que autoridades mexicanas e o setor financeiro estão fortalecendo suas estratégias contra o fraude e os ciberataques, embora também não cite disposições regulatórias específicas novas da CNBV ou do Banxico em julho de 2026.

¿Qué balance deja el cuadro regional?

O quadro regional deixa dois movimentos paralelos. Na Argentina, o BCRA avança sobre a rastreabilidade formal de trâmites e autorizações para entidades financeiras e PSP, enquanto o sistema adota IA para vigilância e reação a fraudes. No México, a atualização do regulamento antilavagem reforça obrigações de compliance, e o setor financeiro impulsiona uma convergência entre cibersegurança e antifraude.

O que não aparece no material disponível são circulares técnicas recentes e explícitas da CNBV ou do Banxico sobre cibersegurança bancária. Há, no entanto, sinais de pressão regulatória e operacional mais dura sobre monitoramento automatizado, rastreabilidade e supervisão nos dois mercados.

Fontes

Ver todas