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Peru lidera fraudes digitais em pesquisa regional

Experian mostrou que 74% dos entrevistados no Peru sofreram tentativas de fraude digital, acima de México, Colômbia, Chile

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

Experian informou que, no Peru, 74% dos entrevistados em cinco mercados da América Latina disseram ter recebido ao menos uma tentativa de fraude no último ano, o maior índice entre os países analisados. O estudo também apontou mensagens ou chats, produtos ou serviços não entregues, transações não autorizadas e casos ligados a apps móveis entre as modalidades mais citadas.

A Experian, citada pela Bloomberg Línea, informou que 74% dos entrevistados no Peru, entre cinco mercados da América Latina, disseram ter recebido ao menos uma tentativa de fraude no último ano. É o maior índice entre os países analisados. No mesmo levantamento, o Peru ficou à frente de México, Colômbia, Chile e Panamá. As modalidades mais citadas foram mensagens ou chats, produtos ou serviços não entregues, transações não autorizadas e casos ligados a aplicativos móveis.

¿Qué muestran las comparaciones regionales?

O Peru liderou a medição, com 74% de pessoas expostas a pelo menos uma tentativa de fraude no último ano, segundo o relatório da Experian citado pela Bloomberg Línea. Em seguida vieram México, com 72%, Colômbia, com 71%, Chile, com 70%, e Panamá, com 68%.

A mesma cobertura da Bloomberg Línea sobre o Peru também indicou que 71% das pessoas entrevistadas na Colômbia, México, Chile, Peru e Panamá recebeu ao menos uma tentativa de fraude no último ano, e que 82% percebe alta desses episódios. O dado reforça a pressão crescente sobre usuários na região, com o Peru novamente entre os mercados mais expostos.

¿Cuáles son las modalidades más reportadas?

As tentativas de fraude mais citadas no relatório foram mensagens ou chats, com 25%, produtos ou serviços não entregues, com 22%, transações não autorizadas, com 20%, e casos associados a aplicativos móveis, com 19%, segundo a Bloomberg Línea.

Esse retrato combina com casos recentes no Peru que mostram como a fraude digital se apoia em canais de uso cotidiano. Em Lambayeque, por exemplo, circularam denúncias sobre um falso app da Claro 5G e sobre clonagem de WhatsApp, com roubos que podem superar S/ 20.000 em uma única operação, de acordo com o Diario Correo.

¿Qué dicen los estudios más recientes sobre Perú?

Um estudo da Experian e da Edelman Intelligence com 1.000 adultos em todo o Peru, realizado em julho de 2026, indica que quase três em cada quatro peruanos foram expostos a tentativas de fraude digital no último ano. Entre quem recebeu essas investidas, 49% acabou caindo no golpe, ou seja, a fraude se concretizou, segundo a Infobae Perú.

O mesmo trabalho mostrou diferenças por idade e região. O grupo de 35 a 44 anos registrou a maior exposição, com 76%, enquanto entre maiores de 65 anos o índice caiu para 58%. Em Lima, 75% relataram ao menos uma tentativa de fraude, contra 71% nas províncias, e os episódios repetidos afetaram 39% dos moradores da capital, ante 31% no restante do país, de acordo com a Infobae Perú.

O Gestión, citando outro relatório da Experian, afirmou que 73,5% dos peruanos declarou ter enfrentado ao menos uma tentativa de fraude digital no último ano, número que chega a 75% em Lima. O mesmo levantamento apontou que mais de um terço, 36,5%, sofreu ataques repetidos, e que quase nove em cada dez peruanos percebem aumento nas tentativas de fraude digital em 2026 em relação a 2025.

¿Cómo queda el contexto de denuncia y exposición?

De acordo com dados do Ministério Público divulgados pela Agência Andina, a fraude informática é o cibercrime mais denunciado no Peru. As autoridades recomendam comunicar de imediato qualquer transferência ou operação não reconhecida ao banco e à Promotoria para investigar novas modalidades de fraude digital.

O problema também vai além do usuário final e atinge o tecido produtivo. Um estudo citado por veículos locais indicou que, em 2024, foram registrados mais de 45.000 milhões de tentativas de ciberataques no Peru, e que 83% das pequenas e médias empresas se percebem mais vulneráveis do que as grandes companhias, segundo o Serperuano.

A isso se soma um grupo particularmente exposto. Segundo um estudo da Kaspersky citado pela imprensa peruana, 67% dos peruanos com mais de 60 anos não sabem se suas informações pessoais vazaram na rede, o que aumenta a vulnerabilidade diante de engenharia social, extorsão e tentativas de fraude por telefone e meios digitais.

Fontes

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