Fintechs chilenas ampliam demanda por especialistas em IA
Um relatório sobre o talento na indústria financeira chilena projeta uma mudança na demanda das fintechs
Um relatório sobre o futuro do talento na indústria financeira chilena indica que as fintechs do país devem precisar, cada vez mais, de profissionais especializados em inteligência artificial, cibersegurança, regulação financeira e Open Banking nos próximos anos. A projeção está ligada a mudanças tecnológicas e regulatórias, como a implementação da Lei Fintech, da Lei Marco de Cibersegurança e da nova normativa de proteção de dados.
Mudança na demanda por talentos
Um relatório sobre o futuro do talento na indústria financeira chilena projeta que, até 2030, as fintechs do país vão precisar de mais profissionais especializados em inteligência artificial, cibersegurança, regulação financeira e Open Banking. A pressão por esses perfis está associada à implementação da Lei Fintech, da Lei Marco de Cibersegurança e da nova normativa de proteção de dados.
O mesmo estudo citado por Chócale aponta que a demanda também deve crescer por especialistas em cibersegurança, arquitetos de soluções fintech, líderes em tecnologias regulatórias, ou RegTech, especialistas em compliance e profissionais de governança de inteligência artificial. A isso se somam competências ligadas à gestão de riscos algorítmicos, Open Banking e à expansão de ecossistemas digitais.
Compliance e supervisão
A leitura de mercado apresentada pelo relatório é que o compliance vai ganhar mais peso em bancos e fintechs à medida que diferentes exigências regulatórias convergem. No material fornecido, o marco da Lei Fintech, a Lei Marco de Cibersegurança e as mudanças em proteção de dados aparecem como os fatores que estão reorganizando essas necessidades.
Nesse contexto, o recorte regulatório não se restringe a uma única autoridade. O material de pesquisa indica uma articulação entre exigências da CMF, do Banco Central, da UAF e de outros supervisores, o que leva as empresas a reforçar perfis capazes de transformar obrigações normativas em controles, processos e arquitetura tecnológica.
Perfil das novas equipes
A combinação de cibersegurança, RegTech e inteligência artificial descreve equipes mais híbridas do que as que predominavam no setor financeiro tradicional. Segundo a projeção citada por Chócale, até 2030 não só deve aumentar a demanda por perfis técnicos, como também por profissionais capazes de conectar a estratégia de produto à governança de modelos de IA, à gestão de riscos e ao compliance.
O estudo citado não detalha números de contratação nem faixas salariais, mas aponta uma tendência clara sobre o tipo de capacidade que as fintechs chilenas deverão incorporar nos próximos anos para operar em um ambiente regulatório mais exigente e com maior dependência de ecossistemas digitais.
Fontes
- Fintech chilenas necesitarán expertos en IA, ciberseguridad y regulación hacia 2030chocale.cl· Chócale
- Monitoreo Regulatorio para Servicios Financieros en Chilelawmeter.io· LawMeter
- Publicación sobre Ley Marco de Ciberseguridad y Agencia Nacional de Ciberseguridad en Chileinstagram.com· Foro TIC
- Ley Marco de Ciberseguridad Chile (21.663): guía 2026 para TIpreyproject.com· Prey Project
- Desde diciembre: Ley obligará a proteger datos de trabajadores y transportistas bajo multas de hasta 20.000 UTMfacebook.com· Mundo Agro
- Ley 21.663: Marco de Ciberseguridad en Chile / Ley 21.719: Protección de Datos Personalesblog.ttpsec.cl· TTPSEC Insights



