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EsSalud Lambayeque sofre fraude de S/ 1,4 milhão

EsSalud denunciou a retirada de S/ 1 406 991 em cinco transferências não autorizadas e pediu o bloqueio das contas receptoras.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

EsSalud Lambayeque sofreu a retirada de S/ 1 406 991 por meio de cinco transferências bancárias não autorizadas a partir de uma conta da Rede Prestacional, em um caso que a instituição classificou como presunto fraude informática. A denúncia já foi encaminhada à Polícia Nacional, ao Ministério Público e à Secretaria Técnica de Procedimento Administrativo Disciplinar, enquanto a presidência executiva afastou dois funcionários da rede, incluindo a administradora local Erika López Cajas.

EsSalud Lambayeque sofreu a retirada de S/ 1 406 991 por meio de cinco transferências bancárias não autorizadas a partir de uma conta da Rede Prestacional, em um caso que a instituição classificou como presunto fraude informática. A denúncia foi encaminhada à Polícia Nacional, ao Ministério Público e à Secretaria Técnica de Procedimento Administrativo Disciplinar, e depois a presidência executiva afastou dois funcionários da rede, incluindo a administradora local Erika López Cajas.

Como o fraude foi executado?

A operação combinou estelionato telefônico, acesso remoto e uso de credenciais bancárias, segundo a cobertura da Infobae Perú e o material audiovisual divulgado pelo veículo. Nessa reconstrução, aparecem usuários, senhas e token bancário usados para concluir as transferências.

A Infobae Perú descreveu o caso como uma fraude telefônica e digital, e não como ransomware. No vídeo, o veículo também mostrou documentação interna da EsSalud Lambayeque com o detalhamento das cinco transferências não reconhecidas e declarações sindicais que confirmam o uso de programas de acesso remoto como AnyDesk e UltraViewer no equipamento institucional a partir do qual foram capturadas chaves e o token bancário.

O que fez a EsSalud depois de detectar o furto?

A EsSalud formalizou denúncia criminal e pediu o congelamento das contas receptoras para tentar recuperar os recursos, de acordo com as coberturas televisivas e com o meio digital peruano que repercutiu o caso. A instituição também apresentou uma reclamação urgente ao Scotiabank para bloquear essas contas e rastrear as transações.

A comunicação institucional da EsSalud, citada pelo Diario Correo, falou em retirada de fundos por meio de cinco transferências bancárias não autorizadas e enquadrou o caso como presunto fraude informática por acessos não autorizados e possível falsificação de identidade.

Que medidas administrativas foram tomadas?

A presidência executiva da EsSalud afastou ao menos dois funcionários da Rede Prestacional Lambayeque após o fraude, segundo o Diario Correo. Entre eles está a administradora local Erika López Cajas.

A decisão se somou ao encaminhamento do caso às autoridades penais e administrativas. O processo ficou nas mãos da Polícia Nacional, do Ministério Público e da Secretaria Técnica de Procedimento Administrativo Disciplinar da rede.

Há confirmação de ransomware?

Não há uma confirmação oficial robusta de ransomware contra a EsSalud Lambayeque no material verificado. O que aparece confirmado é um furto digital com transferências bancárias não reconhecidas, acesso remoto e presunto fraude informática.

Em paralelo, um blog de acompanhamento de ransomware e uma plataforma comunitária replicaram uma entrada sobre o Centro Médico Especializado OSI: Healthcare Solutions como vítima do grupo kazu, com domínio-alvo centromedicoosi.com e data de violação em 23 de agosto de 2026. Essa ficha traz dados coincidentes com ransomware.live, mas o material disponível não oferece verificação independente suficiente sobre esse incidente nem permite vinculá-lo à EsSalud Lambayeque.

Fontes

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