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Chubut condena Banco Hipotecario por estafa digital

A Justiça condenou o Banco Hipotecário a pagar 20 milhões de pesos por uma fraude digital ligada à duplicação de chip e a um empréstimo.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

Uma sentença judicial em Chubut condenou o Banco Hipotecário a pagar 20 milhões de pesos por uma estafa digital. O caso envolveu a duplicação da linha telefônica de uma cliente, um empréstimo pré-aprovado de 547.944 pesos e transferências feitas a partir da conta, com imputação ao banco por descumprir a Comunicação A 7319 do Banco Central.

Uma sentença judicial em Chubut condenou o Banco Hipotecário a pagar 20 milhões de pesos por uma estafa digital que envolveu a duplicação da linha telefônica de uma cliente, a contratação de um empréstimo pré-aprovado de 547.944 pesos e transferências feitas a partir de sua conta. Segundo a cobertura, o tribunal concluiu que o banco descumpriu a Comunicação A 7319 do Banco Central ao não verificar de forma adequada a identidade diante de mudanças nos dados de contato.

¿Qué dijo la Justicia en el caso del Banco Hipotecario?

A Justiça responsabilizou o banco por falhas na verificação de identidade e fixou uma condenação de 20 milhões de pesos. O caso, noticiado por Hola Salta, relacionou a fraude à troca da linha telefônica da cliente e a operações posteriores que resultaram no empréstimo e em transferências não autorizadas.

A cobertura acrescenta que o empréstimo pré-aprovado foi de 547.944 pesos. A sentença também teve como base o descumprimento da Comunicação A 7319 do Banco Central, norma que exige controles mais rígidos quando mudam os dados de contato de um usuário.

¿Qué otros fraudes bancarios se reportaron en Argentina?

El Cronista relatou um caso distinto em que uma usuária entregou seu login e a chave token depois de receber instruções por telefone, e depois foram feitas três transferências que somaram 2.800.000 pesos. Nessa cobertura, a Justiça entendeu que o banco não tinha implementado mecanismos adequados para verificar a identidade da usuária nem para detectar movimentações incomuns.

Em paralelo, autoridades de Chubut prepararam uma campanha de prevenção diante de novas modalidades de cibercrime. Entre elas, citaram plataformas falsas de investimento que usam inteligência artificial e o sequestro de contas de Gmail para tentar acessar serviços bancários e carteiras virtuais.

A recomendação oficial foi ativar o duplo fator de autenticação e não compartilhar códigos de segurança. Esse foco se alinha a outro relatório regional da ESET Latinoamérica, que identificou ao menos nove anúncios fraudulentos no Gmail entre maio e setembro de 2026. As mensagens promoviam uma suposta plataforma de investimento e buscavam induzir as vítimas a entregar dinheiro.

Segundo PressPeru, a ESET recomendou entrar em contato imediatamente com o banco ou meio de pagamento, guardar evidências e denunciar à UFECI e à CNV. A sequência de casos mostra um padrão repetido: suplantação de identidade, uso de canais de contato comprometidos e transferências ou investimentos impulsionados por mensagens falsas.

¿Qué pasó con los datos de organismos públicos?

Perfil informou a prisão de um grupo de hackers acusado de roubar dados sensíveis de órgãos públicos argentinos, entre eles PAMI e RENAPER, e vendê-los. O material disponível não detalha a data exata das ações nem o alcance total das informações extraídas, mas situa o caso dentro de uma linha de investigação sobre acesso e comercialização de dados estatais.

Esse caso aparece em meio a um cenário no qual fraudes financeiras e vazamentos de dados pessoais se cruzam com frequência. Nos episódios reportados, o acesso inicial pode ocorrer por uma linha telefônica duplicada, uma conta de Gmail comprometida ou uma interação enganosa por telefone, e depois evoluir para operações bancárias não autorizadas.

Fontes

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