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Chile reforça cibersegurança em pagamentos

Chile elevou exigências de cibersegurança para o STFM e ampliou o escopo de segurança do Sistema de Finanças Abertas sob a CMF.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

O Ministério da Fazenda do Chile passou a exigir controles de cibersegurança para o provedor do Sistema de Transação para Formadores de Mercado, enquanto o Sistema de Finanças Abertas amplia seu alcance regulatório sob a CMF.

O Ministério da Fazenda do Chile passou a exigir controles de cibersegurança para o provedor que operar o Sistema de Transação para Formadores de Mercado, ou STFM, dentro do programa da dívida soberana em moeda local. O documento pede certificações de segurança da informação, planos de continuidade operacional e recuperação de desastres, protocolos de gestão de incidentes com reporte ao Agente Fiscal e aos Formadores afetados, além de garantias de segregação e proteção dos dados de cotação e transação.

¿Qué exige el programa de Formadores de Mercado?

O documento do programa obriga o provedor do STFM a comprovar controles concretos de segurança, continuidade e tratamento de incidentes. Entre os resguardos exigidos estão certificações como ISO/IEC 27001 ou equivalentes, além de mecanismos para separar e proteger os dados gerados em cotação e transação.

A exigência não se limita à infraestrutura técnica. Também inclui procedimentos de resposta a incidentes que preveem notificação ao Agente Fiscal e aos Formadores de Mercado afetados, o que coloca o tratamento desses eventos sob uma cadeia formal de reporte.

¿Qué rol tiene la CMF en ese esquema?

O sistema de negociação operado para o STFM fica sob supervisão da Comissão para o Mercado Financeiro, segundo o documento do Ministério da Fazenda. Essa referência mostra que os resguardos de cibersegurança exigidos do provedor se inserem em uma supervisão regulatória financeira.

Na prática, o STFM não aparece como uma plataforma isolada, mas como parte de uma arquitetura com controle regulatório sobre sua operação. O texto conecta a operação técnica à fiscalização da CMF, ponto relevante para qualquer provedor que precise sustentar disponibilidade, integridade e proteção da informação em um mercado de dívida soberana.

¿Cómo se amplía el perímetro del Sistema de Finanzas Abiertas?

As guias técnicas sobre o Sistema de Finanças Abertas indicam que a NCG 514 da CMF classifica os participantes em grupos e que o Grupo 2 reúne atores além da banca tradicional. Esse grupo inclui operadores de cartões de pagamento, cooperativas de poupança e crédito, seguradoras, agentes de crédito imobiliário, colocadores massivos de crédito, administradoras de fundos, corretoras de bolsa e prestadores de serviços financeiros registrados.

Segundo a Ozone API, essa classificação amplia o alcance do esquema de segurança FAPI, OAuth e OpenID para um conjunto mais amplo de entidades financeiras e ligadas a pagamentos e crédito. O ponto é relevante porque estende as exigências técnicas do sistema a participantes com perfis e riscos operacionais distintos.

¿Qué muestra en conjunto este marco regulatorio?

A combinação da Lei Marco de Cibersegurança, da nova lei de dados pessoais e das exigências técnicas da CMF desenha um ambiente mais rigoroso para infraestrutura financeira e tratamento de informações. No caso do STFM, o foco está em continuidade operacional, incidentes e segregação de dados. No Sistema de Finanças Abertas, o alcance se amplia para múltiplas categorias de participantes sob regras mais formais de autenticação e autorização.

Fontes

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