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Chile e Mendoza avançam em cibersegurança

Chile e Mendoza avançaram em projetos sobre cibersegurança, dados e proteção digital. As iniciativas seguem em tramitação.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA13 de ago. de 20262 min de leitura

A Comissão de Ciências da Câmara de Deputados do Chile decidiu manter em tramitação propostas reunidas sobre proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais, responsabilidade algorítmica e mudanças na lei marco de cibersegurança. Em Mendoza, o Senado deu meia sanção a uma lei de cibersegurança para proteger dados e sistemas públicos.

A Comissão de Ciências da Câmara de Deputados do Chile decidiu dar continuidade à tramitação de mociones refundidas que incorporam um marco integral de proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais, responsabilidade algorítmica e uma alteração na lei marco de cibersegurança, para incluir princípios de proteção à infância e adolescência, restrição etária e informação preventiva em ambientes digitais.

Chile, duas iniciativas no primeiro trâmite

Na mesma sessão, a comissão iniciou a tramitação de outro projeto que obriga plataformas digitais a fixarem domicílio no Chile. O texto está em primeiro trâmite constitucional e foi apresentado por uma moción de vários deputados e deputadas.

Com isso, a agenda parlamentar chilena passa a movimentar dois eixos distintos. De um lado, a discussão sobre proteção de menores e responsabilidade de sistemas algorítmicos. De outro, uma proposta voltada à presença legal das plataformas digitais dentro do país.

Mendoza teve meia sanção

Em Mendoza, o Senado provincial aprovou em meia sanção um projeto de Lei de Cibersegurança, com 34 votos a favor e 2 contra. A proposta seguiu para a Câmara de Deputados, onde continuará sua tramitação.

Segundo a cobertura da 617.news, o projeto impulsionado pelo Poder Executivo busca proteger os sistemas informáticos e os dados dos moradores de Mendoza diante do crescimento dos crimes digitais e dos ataques contra órgãos públicos.

Com esse avanço, a província deixou o expediente na próxima etapa legislativa, enquanto no Chile a Comissão de Ciências manteve abertas duas discussões separadas sobre proteção de menores, responsabilidade algorítmica, cibersegurança e obrigações para plataformas digitais.

Fontes

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