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Chile mantém vigência da Lei 21.719

Projeto para adiar a Lei 21.719 segue em tramitação, mas a data legal continua fixada em 1º de dezembro de 2026.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

O projeto que busca adiar a entrada em vigor da Lei 21.719 para 1º de dezembro de 2027 continua em tramitação no Parlamento, enquanto a data legal aplicável segue sendo 1º de dezembro de 2026. A discussão ocorre junto a alertas sobre a preparação das empresas e a sinais de avanço regulatório em IA e cibersegurança no Chile.

O projeto que busca adiar a entrada em vigor da Lei 21.719 para 1º de dezembro de 2027 segue em tramitação no Parlamento, mas a data legal em vigor continua sendo 1º de dezembro de 2026. É com base nesse prazo que hoje se interpretam as obrigações de adequação, enquanto diferentes publicações alertam que suspender mudanças à espera de uma prorrogação seria arriscado para as organizações.

O que muda com o projeto de adiamento?

O projeto de adiamento levaria a entrada em vigor da Lei 21.719 para 1º de dezembro de 2027, segundo a FYS Legal. Essa referência, porém, não significa uma alteração já aprovada, porque a consulta citada pelo escritório em 23 de setembro de 2026 o situava em primeiro trâmite constitucional e sem urgência.

A própria referência da FYS Legal contrasta com outras descrições que o apresentam com urgência máxima, por isso o status do expediente precisa ser verificado no Senado antes de ser dado como encerrado. Enquanto isso não ocorrer, o calendário legal aplicável não muda.

Que data segue valendo hoje?

A data que segue valendo hoje é 1º de dezembro de 2026, de acordo com uma coluna publicada pelo Diario Financiero. O texto afirma que a postergação ainda era apenas um projeto e que interromper a adequação à espera da mudança seria arriscado para as organizações.

Em outras palavras, a possibilidade de prorrogação não suspendeu a obrigação de avançar com os ajustes exigidos pela lei. Para as empresas, isso mantém ativa a necessidade de revisar processos, contratos e controles internos enquanto o debate legislativo continua.

O que dizem os sinais do mercado e do Congresso?

Os sinais públicos mostram pressão regulatória em mais de uma frente. O Diario Financiero informou que a Lei Marco de Cibersegurança chilena estava em fase de implementação e que o projeto de lei sobre regulação de sistemas de inteligência artificial avançava como uma iniciativa transversal impulsionada no Congresso.

Na mesma linha, a TN informou que o Chile havia dado meia sanção na Câmara de Deputados a um marco regulatório geral sobre inteligência artificial, ainda pendente de análise no Senado. O dado acrescenta contexto sobre um Congresso ativo em temas digitais, embora não altere por si só a vigência da Lei 21.719.

A isso se soma um sinal de preparação empresarial que ainda aparece incompleto. A Emol informou que 72% das empresas no Chile admitiriam não estar preparadas para a nova Lei de Dados Pessoais, embora esse resultado exija revisão porque não permite verificar quem realizou a medição nem sua metodologia.

O que convém verificar antes de publicar?

Convém verificar o andamento do projeto no expediente oficial do Senado antes de tratar a postergação como confirmada. A informação disponível hoje permite afirmar que a iniciativa segue em tramitação e que a data legal vigente continua sendo 1º de dezembro de 2026, mas não autoriza apresentar a prorrogação como aprovada.

Dado Situação Fonte
Entrada em vigor da Lei 21.719 Vigente para 1º de dezembro de 2026 Diario Financiero
Projeto de adiamento Buscaria levar a data para 1º de dezembro de 2027, em primeiro trâmite constitucional e sem urgência segundo a FYS Legal FYS Legal
Preparação empresarial 72% das empresas não estariam preparadas, dado que exige revisão metodológica Emol
Regulação de IA no Chile Meia sanção na Câmara de Deputados, pendente do Senado TN
Cibersegurança no Chile Lei Marco em fase de implementação Diario Financiero

Fontes

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