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Brasil registra PLs sobre fraudes

Senado registrou projeto sobre fraudes eletrônicas e outro sobre reconhecimento facial. ANPD abriu contribuições para sua agenda regulatória.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

O Senado Federal do Brasil registrou o Projeto de Lei 5184/2026, que altera a Lei 13.675/2018 para tratar de fraudes eletrônicas, e também o PL 1828/2023, que fixa normas para o uso de reconhecimento facial e outros meios biométricos por órgãos públicos e operadores de serviços essenciais. Em paralelo, a ANPD abriu contribuições para sua próxima agenda regulatória e para a avaliação de resultado regulatório, com temas como reconhecimento facial, dados de saúde e decisões automatizadas.

O Senado Federal do Brasil registrou o Projeto de Lei nº 5184, de 2026, que altera a Lei nº 13.675/2018 para tratar de fraudes eletrônicas. Ao mesmo tempo, a ANPD abriu contribuições para sua próxima agenda regulatória e para a avaliação de resultado regulatório, com temas que incluem privacidade, proteção de dados pessoais, reconhecimento facial, dados de saúde e decisões automatizadas.

¿Qué plantea el PL 5184/2026?

O projeto busca alterar a Lei nº 13.675/2018 para lidar com fraudes eletrônicas, segundo o registro do Senado Federal. O material disponível ainda não detalha o conteúdo completo da proposta nem o alcance das medidas, mas confirma que ela entrou formalmente na agenda legislativa do Congresso brasileiro.

Como se move a agenda da ANPD?

A ANPD abriu contribuições para a Agenda Regulatória 2027-2028 e para a Agenda de Avaliação de Resultado Regulatório 2027-2030, com envio exclusivo pela plataforma Brasil Participativo até 16 de outubro de 2026. A chamada está aberta a cidadãos, pesquisadores, empresas, sociedade civil e instituições públicas.

O aviso oficial também informa que um dos objetivos do processo é priorizar temas de alto impacto para os direitos fundamentais e para a economia digital. Além disso, a autoridade quer avaliar a necessidade de revisar normas anteriores, o que coloca reconhecimento facial, decisões automatizadas e dados de saúde dentro de um ciclo mais amplo de revisão regulatória.

O que acontece com o reconhecimento facial no Congresso?

O Senado Federal registrou o PL 1828/2023, que estabelece regras gerais para o uso de sistemas de reconhecimento facial e outros meios automatizados de identificação biométrica por órgãos e entidades da administração pública e por operadores de serviços públicos essenciais. Segundo a Data Privacy Brasil, o texto foi incluído na pauta do Plenário do Senado para 17 de junho de 2026.

A mesma organização alertou que a proposta autoriza câmeras de reconhecimento facial em estações de metrô, trens, ônibus, vias públicas e repartições públicas em todo o país. Esse alcance amplia o uso de biometria em espaços públicos e recoloca o debate regulatório no centro da discussão legislativa brasileira.

Que outras iniciativas se somam à discussão?

O Poder360 informou que o PL 3.127/2026 propõe regras específicas para assegurar o ressarcimento de vítimas de fraudes com Pix e outras transferências eletrônicas, incluindo pessoas físicas, microempresas e pequenas empresas. Nesse contexto, a agenda contra fraudes eletrônicas no Brasil aparece atravessada por iniciativas complementares.

Ao mesmo tempo, o G1 informou que o governo federal pretende padronizar o uso de biometria em portos e aeroportos sob a orientação da LGPD e com supervisão da ANPD. A combinação desses movimentos legislativos e regulatórios mostra um mesmo eixo de trabalho sobre biometria, identificação automatizada e proteção de dados pessoais.

Fontes

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