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Banco Central do Brasil reforça segurança do Pix

Pix ganhou ajustes de segurança, com mudanças na gestão de suspeitas de fraude e na revisão de registros do DICT.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 3 min de leitura

O Banco Central do Brasil anunciou novos aperfeiçoamentos regulatórios no Pix ligados à segurança do sistema de pagamentos. As medidas atingem a gestão de suspeitas de fraude e o mecanismo de revisão desses registros.

Atualização 15 de outubro de 2026: o Banco Central do Brasil adicionou dados de uso e volume do Pix, além de novos detalhes sobre o MED 2.0. O sistema processou quase 80.000 milhões de transações e movimentou mais de R$35 bilhões em 2025, enquanto o rastreio entre instituições para reconstruir o caminho do dinheiro passou a ser obrigatório desde fevereiro de 2026.

O Banco Central do Brasil informou uma nova rodada de aperfeiçoamentos regulatórios para o Pix, ligados à segurança do sistema de pagamentos, segundo comunicado oficial intitulado "Pix amplia funcionalidades e reforça segurança com nova ...". A informação disponível não permite detalhar o conteúdo completo das medidas, mas confirma mudanças relacionadas à gestão de suspeitas de fraude e ao mecanismo de revisão desses registros.

¿Qué se conoció sobre las nuevas medidas?

O anúncio oficial do Banco Central do Brasil se limitou a indicar que o Pix terá novos aperfeiçoamentos regulatórios voltados a reforçar a segurança. O texto divulgado não detalha todas as disposições incluídas na atualização, portanto não é possível reconstruir com exatidão o alcance total da norma a partir do material disponível.

¿Qué cambia ante una sospecha de fraude?

Segundo a Agência Brasil, a instituição que registrar uma suspeita de fraude deverá avisar o cliente, indicar a data do registro e permitir a solicitação de revisão. Se a análise não confirmar a suspeita, a marca deverá ser cancelada. Esse modelo busca formalizar o tratamento dos registros e deixar rastreabilidade para a pessoa afetada.

¿Cómo será la revisión de los registros en el DICT?

A IstoÉ Dinheiro informou que as instituições deverão oferecer canais para contestar os registros de fundada suspeita de fraude no DICT e responder à solicitação em até sete dias. O dado complementa o que foi informado pela Agência Brasil e sugere um procedimento com prazos definidos para contestação e revisão interna.

O Banco Central do Brasil também divulgou o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025, que registra que o Pix processou quase 80.000 milhões de transações e movimentou mais de R$35 bilhões durante 2025, segundo o Ministério da Fazenda. Em paralelo, a Abranet informou que 148 milhões de pessoas e 12,8 milhões de empresas realizaram ou receberam ao menos um Pix em 2025.

¿Qué volumen alcanzó Pix en 2025 y 2026?

O Pix manteve uso massivo ao longo de 2025 e seguiu em níveis muito altos em setembro de 2026, de acordo com os números divulgados pelas autoridades e pelas coberturas citadas. O relatório oficial e os dados publicados pela Agência Brasil mostram expansão contínua em transações, volume movimentado e número de usuários.

Em setembro de 2026, o Sistema de Pagamentos Instantâneos, SPI, do Banco Central do Brasil processou aproximadamente 7.100 milhões de transações, com volume de cerca de R$3,2 bilhões, segundo a Agência Brasil. O dado reforça a escala que o Pix mantém no sistema financeiro brasileiro.

¿Qué cambia con el MED 2.0?

O MED 2.0 estabelece rastreamento obrigatório entre instituições participantes para reconstruir o caminho do dinheiro depois que a vítima apresenta formalmente uma contestação, e sua obrigatoriedade geral começou em fevereiro de 2026, segundo o O Dia. Esse mecanismo adiciona uma camada operacional ao combate a fraudes dentro do Pix.

As três coberturas coincidem em que o foco da atualização está na segurança e no tratamento de suspeitas de fraude dentro do ecossistema do Pix. Ainda assim, com o material disponível, não é possível detalhar obrigações mais amplas de compliance, sanções ou prazos gerais de adequação.

Fontes

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