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Argentina e México avançam em cibersegurança

Mendoza e Rio Negro têm projetos próprios, enquanto o México avança com uma lei federal e a CDMX tipificou o phishing.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

Enquanto o Senado argentino segue debatendo a lei nacional de cibersegurança, Mendoza apresentou um projeto próprio contra o cibercrime focado em dados pessoais. Ao mesmo tempo, Rio Negro levou à legislatura uma proposta para regular o uso de inteligência artificial no setor público, e no México avança uma lei federal integral, junto com novas figuras penais na Cidade do México.

Em Mendoza, legisladores da Fuerza Patria apresentaram um projeto contra o ciberdelito com foco na proteção de dados pessoais, aplicável ao setor público provincial e municipal. Em Rio Negro, entrou na Legislatura uma iniciativa para regular o uso responsável de inteligência artificial no setor público provincial. No México, avança uma lei federal de cibersegurança, junto com o delito de phishing na Cidade do México.

O que avançaram Mendoza e Rio Negro?

Em Mendoza, legisladores da Fuerza Patria apresentaram um projeto contra o ciberdelito centrado na proteção de dados pessoais, aplicável ao setor público provincial e municipal, enquanto o projeto de Lei de Cibersegurança impulsionado pelo Poder Executivo nacional segue em debate nas comissões do Senado.

A iniciativa mendocina surge em paralelo a um cenário no qual diferentes jurisdições subnacionais da região buscam estabelecer regras próprias para segurança digital, dados e uso de tecnologias emergentes. Em Rio Negro, por sua vez, entrou na Legislatura um projeto de lei para estabelecer um marco regulatório para o uso responsável da inteligência artificial no setor público provincial. A proposta busca fixar princípios e limites para o uso de IA por órgãos estatais.

O que avança no México em nível federal?

No México, além da nova lei federal de proteção de dados e das mudanças de identidade e população, avança no Senado uma iniciativa identificada como Lei de Cibersegurança. Ela foi apresentada em 2025 e está estruturada em 64 artigos.

Segundo a análise citada, o texto tende a se tornar a primeira lei federal integral de governança da cibersegurança e pode ser publicado no Diário Oficial da Federação durante a segunda metade de 2026.

O que a Cidade do México fez com o phishing?

O mesmo levantamento menciona outro movimento regulatório na Cidade do México. A capital incorporou explicitamente o phishing como crime no seu Código Penal, por meio do novo artigo 231 Bis.

A medida foi impulsionada pela deputada Olivia Garza de los Santos, aprovada por unanimidade em 21 de maio de 2026, publicada na Gaceta Oficial em 22 de julho e em vigor desde 23 de julho de 2026. A norma estabelece penas de três a seis anos de prisão e multas de 200 a 600 UMA, reforçando o componente penal do quadro de cibersegurança e compliance.

O que mostra esse mapa regulatório?

Os casos de Mendoza, Rio Negro e Cidade do México mostram como várias jurisdições subnacionais avançam em paralelo aos debates nacionais sobre cibersegurança, proteção de dados e inteligência artificial.

No caso mexicano, a expectativa está na possível publicação de uma lei federal integral durante a segunda metade de 2026. Já na Argentina, os projetos provinciais e o debate legislativo nacional seguem em aberto.

Fontes

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