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Argentina entra no radar do ransomware

Qilin reivindicou ataque ao Exército Argentino, enquanto outras fontes de threat intelligence ampliam o mapa de vítimas no país.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA1 de ago. de 20262 min de leitura

Qilin reivindicou um ataque contra o Exército Argentino em 24 de julho de 2026, enquanto outras plataformas de threat intelligence seguem somando vítimas no país e ampliando o mapa setorial.

Argentina no radar do ransomware

Qilin reivindicou um ataque contra o Exército Argentino em 24 de julho de 2026, segundo a Dexpose. A plataforma de inteligência também indica que esse caso chama atenção para alvos militares e governamentais argentinos, em um cenário em que diferentes ferramentas de OSINT já vinham mostrando atividade contínua no país.

O Ransomware.live traz a mesma reivindicação contra o Exército Argentino. Na visualização móvel, o grupo afirma ter exfiltrado dados e criptografado sistemas, embora a página não relacione essa alegação a um comunicado oficial do governo argentino. Essa ausência de confirmação institucional deixa uma lacuna entre a visibilidade pública da ameaça e a validação formal da vítima.

O que os mapas mostram

Os mapas do Ransomware.live para a Argentina mostram entre 169 e 174 vítimas historicamente reivindicadas por diferentes grupos de ransomware. A própria plataforma não detalha nessas vistas quais dessas vítimas correspondem especificamente a organizações argentinas, nem publica uma lista completa de nomes ou setores afetados.

Mesmo com essa limitação, o ecossistema de threat intelligence coloca o país em uma posição relevante no mapa regional. Nas fontes disponíveis aparecem associados grupos como Conti, ALPHV, LockBit, BlackByte, CL0P, Qilin, Akira e The Gentlemen, entre outros, embora o material não traga nesta entrega um recorte completo de táticas, técnicas e procedimentos ligados a cada um.

Setores atingidos

O caso da La Sevillanita amplia esse panorama. A Breach House registra a empresa argentina como vítima do Global Secret Group, com vazamento de cerca de 200 GB de dados e classificação do negócio em logística e transporte.

Esse registro adiciona mais uma peça ao mapa setorial de vítimas na Argentina, que no material disponível aparece ligado a governo, finanças, serviços empresariais, manufatura e saúde, além de transporte e cadeias de suprimento. O alcance exato de cada campanha ainda depende do que cada plataforma consegue confirmar e publicar, algo que nem sempre coincide com a confirmação oficial das organizações afetadas.

Fontes

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