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IA em ciberataques na América Latina

Um estudo da IBM aponta que a IA esteve em um de cada cinco ciberataques na América Latina no último ano.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Um estudo da IBM citado pela imprensa regional aponta que a IA facilitou um em cada cinco ciberataques na América Latina no último ano. O uso se concentrou em deepfakes e malware potencializado por modelos de IA.

Um em cada cinco ciberataques na América Latina no último ano foi facilitado por inteligência artificial, segundo um estudo da IBM citado pela imprensa regional. As menções disponíveis apontam dois focos principais, a falsificação de identidade por meio de deepfakes e o malware gerado ou reforçado com modelos de IA.

Como a IA está sendo usada nesses ataques?

A IA vem sendo usada principalmente para imitar vozes e rostos com fins de fraude, além de fortalecer malware com recursos generativos, de acordo com a cobertura regional citada. Nos ataques de suplantação de identidade, a técnica busca tornar mais críveis mensagens, áudios ou vídeos falsos.

O mesmo conjunto de fontes traz um exemplo local e uma alerta regulatório. O meio argentino eltrece informou a circulação de vídeos e áudios gerados com IA que imitavam a voz e o rosto de figuras públicas, entre elas Marcos Galperín, para promover supostos investimentos. A reportagem também afirmou que o phishing audiovisual seria mais frequente na Argentina e teria quase triplicado nos últimos anos, embora essa comparação não tenha sido respaldada por uma fonte primária visível nos resultados.

Que problema regulatório aparece na Argentina?

A Argentina aparece em uma zona cinzenta regulatória quando o uso de modelos generativos cruza dados sensíveis, especialmente genômicos, segundo uma análise regional publicada na Turing Magazine. O texto aponta que Argentina, Chile e Colômbia têm leis de proteção de dados e normas de biossegurança, mas que a interseção entre esses marcos e a IA generativa ainda não está fechada.

A discussão regulatória local também inclui a resposta do Estado diante da criação de regras para IA. Uma cobertura do iProfesional indicou que a Agência de Acesso à Informação Pública criou um programa específico para analisar e regular a IA, com foco em transparência, vieses e proteção de dados, e que durante 2026 o Estado incorporou formalmente a elaboração de marcos regulatórios sobre tecnologias estratégicas.

Que alertas operacionais deixou a discussão sobre IA?

No Cyber.ar 26, houve alerta sobre o uso não controlado de plataformas generativas, conhecido como shadow AI, e sobre o risco de funcionários compartilharem dados pessoais, documentos internos ou código-fonte sem medir as consequências. A resposta proposta incluiu políticas de uso, classificação da informação e controles de prevenção à perda de dados.

Esse diagnóstico se encaixa em um cenário no qual a IA já não aparece apenas como ferramenta de produtividade, mas também como vetor de fraude, vazamento e automação de ataques. As fontes disponíveis não registram um caso local novo e verificável sobre phishing generativo ou deepfakes na Argentina, mas mostram que as frentes regulatória e operacional já estão abertas.

Fontes

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