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Colômbia: phishing hiper-realista

Bloomberg Línea relatou phishing hiper-realista e malware polimórfico na Colômbia, enquanto a Sumsub apontou mais tentativas de tomada de conta.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA2 de ago. de 20262 min de leitura

Na Colômbia, o phishing hiper-realista e o malware polimórfico foram as modalidades de ataque mais detectadas no primeiro semestre de 2025, em um cenário regional em que a IA generativa vinha impulsionando ofensivas na América Latina. Bloomberg Línea também apontou que essa mesma tecnologia estava sendo usada na defesa para identificar incidentes e acelerar a resposta, com motores de IA reduzindo falsos positivos na região.

IA ofensiva e defensiva no mesmo tabuleiro

Na Colômbia, o phishing hiper-realista e o malware polimórfico foram as modalidades de ciberataque mais detectadas no primeiro semestre de 2025, segundo a Bloomberg Línea. O dado aparece dentro de um contexto regional em que a IA generativa vinha fortalecendo ataques na América Latina, com impacto em vários setores, entre eles os serviços financeiros.

A mesma cobertura indicou que a IA também estava sendo usada do lado defensivo. Segundo o material citado pela Bloomberg Línea, motores de IA ajudavam a identificar incidentes, acelerar a resposta e reduzir falsos positivos no contexto regional. A tecnologia, assim, aparecia nos dois lados do conflito, tanto para ampliar a sofisticação dos ataques quanto para apoiar sistemas de detecção mais rápidos.

Deepfakes e identidades sintéticas

Outra cobertura, desta vez da Infosertecla com base em um relatório da Sumsub, afirmou que na Colômbia as tentativas de tomada de conta cresceram 188% e o uso de deepfakes avançou 77% no período analisado pelo estudo. Esse dado precisa ser lido com cautela, porque a própria referência jornalística o apresentou como informação atribuída à Sumsub e não como um número confirmado de forma independente nesta nota.

Ainda assim, a cobertura descreveu deepfakes e identidades criadas com IA como vetores em expansão para fraudes na região, com impacto também na Colômbia dentro do relatório secundário. O foco já não está apenas em e-mails ou links maliciosos, mas em técnicas que tentam se passar por pessoas reais e conquistar confiança com material sintético.

Contexto técnico da Microsoft

A Microsoft também publicou um texto sobre ameaças na era da IA que citou o uso de engenharia social apoiada por LLMs para gerar e-mails de phishing, como exemplo da capacidade ofensiva da inteligência artificial. O material não era centrado na Colômbia, mas ajuda a entender o tipo de automação que atores de ameaça já usam para tornar suas campanhas mais críveis.

No conjunto, os relatórios citados mostram que a Colômbia já faz parte de um mapa regional em que a IA acelera tanto a criação de golpes quanto a resposta de defesa, enquanto deepfakes, identidades sintéticas e phishing hiper-realista se firmam como vetores a acompanhar de perto.

Fontes

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