Chile e Brasil apertam regras contra abusos
Chile avança em mudanças na lei de cibersegurança e o Brasil sanciona norma que endurece penas por crimes sexuais digitais contra menores.
A Comissão de Ciências do Chile deu continuidade, em 10 de agosto, à tramitação de mociones refundidas que incluem um projeto para alterar a Lei 21.663, marco de cibersegurança, com novos princípios de proteção à infância e à adolescência, restrição etária e informação preventiva em ambientes digitais. No Brasil, o governo sancionou a Lei 15,211/2026, que aumenta as penas para crimes sexuais contra crianças e adolescentes em ambientes digitais e passa a contemplar situações ligadas à IA e aos deepfakes.
Chile continuou em 10 de agosto a tramitação de mociones refundidas que incluem um projeto para alterar a Lei 21.663, que estabelece o marco de cibersegurança. Ao mesmo tempo, o Brasil sancionou a Lei 15,211/2026, que aumenta as penas por crimes sexuais contra crianças e adolescentes no ambiente digital e prevê situações envolvendo inteligência artificial e deepfakes.
¿Qué debate sigue abierto en Chile?
A Comissão de Ciências do Chile deu sequência, em 10 de agosto, à tramitação de mociones refundidas que incluem um projeto para modificar a Lei 21.663, o marco de cibersegurança. A proposta quer incorporar princípios de proteção à infância e à adolescência, restrição etária e informação preventiva em ambientes digitais, segundo a conta parlamentar da sessão.
¿Qué cambió en Brasil?
Em paralelo, o Brasil transformou em lei uma reforma voltada aos crimes sexuais contra crianças e adolescentes no ambiente digital. O governo federal sancionou a Lei 15,211/2026, que aumenta as penas nesses casos e menciona de forma explícita situações ligadas à inteligência artificial e a deepfakes. O texto também cria um conceito legal para abranger material produzido ou manipulado digitalmente, inclusive quando totalmente fictício.
¿Qué marcos legales modifica la norma brasileña?
O Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil informou que a norma altera cinco marcos legais: o Código Penal, o Código de Processo Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei de Crimes Hediondos e a Lei de Crime Organizado.
¿Qué permite la llamada ronda virtual?
O G1 informou ainda que a nova lei autoriza a chamada ronda virtual, modalidade que permite a órgãos de investigação monitorar ambientes digitais públicos, como sites, fóruns e redes sociais, em busca de evidências de crimes online.
¿Qué conductas criminaliza de forma explícita?
Já o Poder360 apontou que a legislação criminaliza de forma explícita a criação de imagens realistas de rostos ou vozes de menores por meio de IA e eleva as penas quando há uso de deepfakes, perfis falsos ou abuso de confiança para o grooming de vítimas.
A combinação desses movimentos sinaliza uma direção regional para a regulação digital e de cibersegurança. Chile segue discutindo mudanças em seu marco vigente, enquanto o Brasil já avançou com uma lei específica para crimes sexuais digitais contra menores, com referências diretas a ferramentas de IA e à investigação em ambientes abertos da internet.
Fontes
- Por medio del cual se regulan las plataformas de redes sociales en Colombia y se dictan otras disposiciones generalescongresovisible.uniandes.edu.co· Congreso Visible - Universidad de los Andes
- Lula sanciona projeto que aumenta penas para crimes cometidos contra crianças e adolescentes na internetg1.globo.com· G1
- Comisión de Ciencias - 10 de agosto 2026parlamento.ai· Parlamento.aiURL não verificada
- Nova lei amplia medidas de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes no ambiente digitalgov.br· Ministry of Justice and Public Security (Brazil)
- Governo Lula endurece penas de crimes digitais contra criançaspoder360.com.br· Poder360



