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Colômbia ajusta prazos de Open Finance

A Superintendência Financeira da Colômbia publicou a Circular Básica Financeira e pode ter ampliado em seis meses o cronograma de Open Finance.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

A Superintendência Financeira da Colômbia publicou a Circular Básica Financeira por meio da Circular Externa 004 de 2026. Em paralelo, fontes do setor apontaram que o regulador pode ter estendido em seis meses os prazos para implantar Finanzas Abiertas, enquanto o cronograma recebeu cerca de 180 comentários.

A Superintendência Financeira da Colômbia publicou a Circular Básica Financeira por meio da Circular Externa 004 de 2026. Ao mesmo tempo, o projeto de cronograma para Finanzas Abiertas seguiu em revisão e, segundo coberturas do setor, pode ter incorporado uma ampliação de seis meses nos prazos regulatórios sob responsabilidade da própria entidade para implantar esse modelo.

O que mudou no roteiro de Finanzas Abiertas?

A discussão regulatória se concentrou no calendário de implementação. Segundo a Valora Analitik, a Superintendência teria proposto ampliar em seis meses os prazos sob sua responsabilidade para habilitar Finanzas Abiertas, com o objetivo declarado de fortalecer capacidades institucionais, coordenar aspectos técnicos com a indústria e garantir uma adoção gradual, interoperável e segura.

Esse cronograma também recebeu comentários até 15 de setembro de 2026, de acordo com o Ser Colombiano. No encerramento dessa etapa, a atenção do mercado estava voltada para a versão final do calendário, sem que o material disponível identifique o texto final adotado.

Que observações a proposta recebeu?

O projeto de cronograma acumulou cerca de 180 comentários do setor, segundo a cobertura da Valora Analitik. No trecho disponível, a publicação não detalha o recorte por entidade nem especifica como essas observações foram incorporadas na versão definitiva.

A discussão pública também trouxe à tona vários riscos de implementação. A FM citou qualidade e gestão de dados, proteção do consumidor, cibersegurança, fraude, dependência de terceiros, modelos analíticos e de inteligência artificial, além de risco operacional e de continuidade.

O que o novo marco exige das entidades?

O cumprimento tecnológico exige controles de acesso, requisitos de segurança e gestão do ciclo de vida das APIs, além de mecanismos de identificação, monitoramento de integrações e controle de terceiros, segundo o que foi apontado pela Sensedia no Ser Colombiano. Esse componente técnico ficou associado ao avanço do Open Finance no sistema financeiro colombiano.

O Tiempo informou ainda que a regulação não permite cobrar pela informação financeira em si, embora os provedores possam recuperar custos de infraestrutura. Em paralelo, uma cobertura do El Colombiano sobre o setor cooperativo afirmou que as entidades solidárias enfrentariam exigências de tecnologia, governança e cibersegurança semelhantes às de bancos e fintechs, mas com capacidades e tempos de adaptação diferentes.

Fontes

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