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Brasil: Global Secret Group em caso de ransomware

ransomware.live registrou Global Secret Group em incidente contra uma clínica ou hospital no Brasil. A ESET relatou avanço dos ataques na região.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

O projeto de threat intelligence ransomware.live registrou o Global Secret Group como ator de um incidente de ransomware contra uma organização do setor Hospitals & Clinics no Brasil, descoberto em 26 de julho de 2026. O caso aparece em um momento em que a ESET informou alta de 16,5% nos ataques de ransomware no primeiro semestre de 2026, com 4.699 incidentes confirmados.

O projeto de threat intelligence ransomware.live registrou o Global Secret Group como autor de um incidente de ransomware contra uma organização do setor Hospitals & Clinics no Brasil, identificado em 26 de julho de 2026. O dado aparece no mapa de vítimas do país publicado pela plataforma e se soma aos movimentos que diferentes painéis de monitoramento vêm apontando para a região.

¿Qué muestra el contexto regional?

O contexto regional mostra que a ESET divulgou, para o primeiro semestre de 2026, uma alta de 16,5% nos ataques de ransomware em escala global e 4.699 incidentes confirmados. A empresa destacou Qilin, The Gentlemen e Akira como os grupos mais ativos, responsáveis por 33,5% do total de ataques, e apontou serviços empresariais, manufatura e tecnologia como os principais alvos.

Na América Latina, a ESET indicou que o Brasil superou 100 vítimas, o México chegou a quase 80, a Argentina somou 39 e a Colômbia, 33. No Chile, o Qilin registrou um pico de 19 detecções em janeiro.

¿Qué sectores aparecen más expuestos?

Os dados compartilhados por ransomware.live e pelo relatório citado pela ITSitio mostram pressão contínua sobre setores críticos e com alta exposição operacional. No caso brasileiro, o incidente associado ao Global Secret Group atingiu a área de saúde, enquanto o relatório regional da ESET colocou serviços empresariais, manufatura e tecnologia entre os alvos mais recorrentes.

O material disponível também remete a painéis de vítimas específicos para Brasil, Argentina, Chile e México dentro do ransomware.live, além de relatórios e monitoramentos setoriais para a região. Nesse conjunto de fontes, o Brasil aparece como um dos países mais atingidos, seguido por México, Argentina e Colômbia no levantamento de vítimas confirmado pela ESET para o semestre.

Fontes

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