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Bolívia segue sem lei de dados pessoais

Bolívia ainda não tem lei vigente de proteção de dados pessoais. Há dois anteprojetos, mas nenhum avançou no Legislativo.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Bolívia segue sem uma lei vigente de proteção de dados pessoais. O artigo "Te Conocen" aponta dois anteprojetos, um da AGETIC e outro da Fundação InternetBolivia.org, mas nenhum virou lei. Também informa que não existe uma instância especializada com poderes para revisar o uso de dados pessoais ou a segmentação em campanhas.

A Bolívia segue sem uma lei vigente de proteção de dados pessoais. O artigo "Te Conocen", publicado por Biodiversidadla.org, aponta a existência de dois anteprojetos, um elaborado pela Agência de Governo Eletrônico e Tecnologias de Informação e Comunicação (AGETIC) e outro pela Fundação InternetBolivia.org. Nenhum deles se tornou lei. O texto também afirma que não há uma autoridade ou escritório especializado com competência para revisar o uso de dados pessoais ou as práticas de segmentação em campanhas.

¿O que dizem os anteprojetos sobre dados pessoais?

Os dois textos buscam estabelecer obrigações para órgãos públicos e privados no tratamento de informações pessoais. Segundo o artigo, essas entidades deveriam informar quais dados possuem, qual é a origem dessas informações e oferecer mecanismos para solicitar a exclusão. Mesmo assim, ambos continuam como propostas e não têm registro de avanço legislativo conhecido.

¿Qué vacío institucional describe la nota?

A nota afirma que, na Bolívia, não existe atualmente uma instância especializada com poderes para revisar o uso de dados pessoais nem as práticas de segmentação em campanhas. Esse vazio está diretamente ligado à ausência de uma lei de proteção de dados pessoais aprovada, de acordo com o mesmo material.

¿Qué pasa con la referencia a la ley CIPA?

A referência a uma lei CIPA aparece na iniciativa Bolivia Cibersegura, mencionada em uma nota do Bolivia Emprende sobre um trabalho conjunto da Entel com a ATT e a AGETIC. Nesse material, ela é descrita como um projeto de norma voltado à proteção de menores no acesso à internet em escolas, associado à expansão da conectividade escolar.

Nesse mesmo material, não se diz que o texto tenha entrado formalmente como projeto de lei na Assembleia Legislativa Plurinacional da Bolívia. Por isso, a referência aparece como uma iniciativa em desenvolvimento, e não como uma lei já aprovada.

Fontes

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