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BCRA mantém marco de riscos em entidades financeiras

BCRA manteve em agosto de 2026 o marco da Comunicação A 6397 e atualizou as taxas de desconto do RTICI.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

O Banco Central da República Argentina manteve em agosto de 2026 o marco de "Lineamientos para la gestión de riesgos en las entidades financieras" e voltou a usá-lo como referência para medir o risco de taxa de juros na carteira de investimento. A Comunicação B 13210 também fixou taxas contínuas de desconto em 31/07/2026 para esse esquema.

O Banco Central da República Argentina manteve em vigor, em agosto de 2026, o marco de "Lineamientos para la gestión de riesgos en las entidades financieras", criado originalmente pela Comunicação A 6397. A autoridade também voltou a usar essa referência para medir o risco de taxa de juros na carteira de investimento, segundo a Comunicação B 13210, publicada no Boletín Oficial em 24 de agosto de 2026. A mesma norma orienta as entidades financeiras sobre as taxas contínuas de desconto em 31/07/2026 que devem ser aplicadas nesse esquema.

¿Qué ratificó o BCRA?

O BCRA ratificou que a Comunicação A 6397 segue como o marco padronizado para medir o risco de taxa de juros na carteira de investimento, também identificado como RTICI. Na prática, a Comunicação B 13210/2026 não cria um regime novo. Ela remete de forma expressa a essa estrutura de gestão de riscos para atualizar parâmetros de cálculo.

Esse dado importa porque confirma que, em agosto de 2026, o órgão continua organizando a medição do risco financeiro com base em um lineamento já vigente. A publicação oficial também mostra que o Banco Central segue usando suas comunicações B para ajustar referências técnicas associadas à operação das entidades.

¿Qué otros avisos publicó el organismo?

Em agosto de 2026, o BCRA divulgou várias comunicações B no Boletín Oficial, como a Comunicação B 13217/2026, para atualizar parâmetros de referência, taxas de juros e coeficientes usados pelas entidades financeiras. Nos textos analisados, não há registros de mudanças explícitas em exigências de cibersegurança ou de segurança da informação.

¿Qué muestra el aviso sumarial?

O Boletín Oficial de 24 de agosto de 2026 também publicou um aviso vinculado ao expediente EX-2024-00172198-GDEBCRA-GFC#BCRA, Sumario N° 8545, no qual o BCRA cita uma parte para se apresentar em uma atuação sumarial. Esse trâmite confirma que o banco central segue aplicando processos administrativos e sancionatórios formais diante de supostos descumprimentos da normativa financeira.

¿Qué panorama dejan las publicaciones recientes?

As peças divulgadas pelo BCRA nessa janela temporal apontam para ajustes técnicos de medição, supervisão e trâmite administrativo, mais do que para novas obrigações específicas de cibersegurança. Em paralelo, outras notas do período mencionam mecanismos operacionais como "Cobro con transferencia" e o uso da Central de Deudores, além de esquemas de supervisão baseada em riscos no México, mas também não descrevem mudanças normativas concretas em segurança da informação.

No México, El Economista informou que a CNBV seguirá com supervisão baseada em riscos sobre casas de câmbio e transmissores de dinheiro para fortalecer controles contra operações com recursos de origem ilícita. A Capital Negocios, por sua vez, apontou que as IFPE que operam como neobancos devem cumprir requisitos rigorosos de capitalização, cibersegurança, PLD e transparência. A Economia Total acrescentou que não existe uma lista oficial de palavras proibidas para conceitos em transferências SPEI, segundo a revisão que citou sobre a normativa pública do Banxico e critérios fiscais.

Fontes

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