CiberLATAMbywhalemate

Banco Pichincha Peru é alvo de suposta SQLi

Returnero afirmou ter comprometido o Banco Pichincha Peru via SQL injection. Outras contas falaram em uma suposta base com dados de clientes.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Um ator identificado como Returnero afirmou ter comprometido, via SQL injection, o site do Banco Pichincha Peru e ofereceu dados bancários e acesso a outros sites. A versão não foi confirmada pelo banco nem validada de forma independente, enquanto outras publicações difundiram uma suposta filtragem com dados pessoais e registros de clientes.

Um ator identificado como Returnero afirmou ter comprometido, por meio de SQL injection, o site do Banco Pichincha Peru e disse ter dados bancários e acesso a outros sites. A versão não foi confirmada pelo banco nem validada de forma independente. Em paralelo, outras contas difundiram uma suposta filtragem associada à entidade, com amostras que incluiriam nomes, e-mails e registros ligados a clientes, também sem verificação oficial.

O que foi dito sobre o Banco Pichincha Peru?

Returnero disse ter acessado o site do Banco Pichincha Peru por SQL injection e afirmou possuir dados bancários. A publicação, segundo o material levantado, também oferecia acesso a outros sites. No entanto, a fonte disponível esclarece que não há confirmação do banco nem validação independente do acesso ou da exposição de dados.

A atribuição mais difundida do caso veio acompanhada de outras publicações que reforçaram a hipótese de uma filtragem, mas sempre com base em informações não confirmadas. Nesse grupo aparece Alph4, que falou em uma suposta base de dados ligada à entidade, e CyberPulse, que descreveu uma base presumida com amostras de informações de clientes.

O que disseram as outras publicações?

Alph4 publicou um alerta que atribui a Returnero uma suposta filtragem de dados vinculada ao Banco Pichincha Peru. Nessa publicação, são citadas datas de registro, nomes e endereços de e-mail como possíveis dados expostos, mas não há informação sobre o volume da base nem validação independente.

CyberPulse seguiu uma linha semelhante e descreveu uma suposta base de dados vinculada ao banco. Segundo essa conta, as amostras supostamente incluíam nomes de clientes, registros relacionados à banca e possível informação pessoal. A própria publicação classificou como não verificados a autenticidade, o número de afetados e a vulnerabilidade SQL injection.

Qual é o contexto no Peru?

O material disponível não traz confirmação oficial sobre o caso, mas o insere em um cenário de alertas sobre extração de dados e uso indevido de credenciais. A fonte sugerida para o enfoque editorial também remete ao aumento reportado de fraudes com cartões e a modalidades de suplantação usadas para obter dados pessoais ou dinheiro no Peru.

Nas informações fornecidas para esta nota não aparecem números, sanções nem uma resposta institucional do banco. O que fica claro, por ora, é que o episódio segue entre afirmações atribuídas a terceiros e ausência de verificação independente, tanto sobre o suposto acesso quanto sobre o alcance real de uma eventual filtragem.

Fontes

Ver todas