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Uruguai: BHU gastou US$ 12 milhões após ataque

Banco Hipotecário do Uruguai disse que não pagou resgate e usou US$ 12 milhões na remediação e reconstrução de sistemas.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA21 de jul. de 20261 min de leitura

Autoridades do Banco Hipotecário do Uruguai informaram que o ciberataque ocorrido em setembro do ano anterior gerou um gasto de US$ 12 milhões em remediação e reconstrução de sistemas, sem pagamento de resgate.

Autoridades do Banco Hipotecário do Uruguai informaram que o ciberataque ocorrido em setembro do ano anterior gerou um gasto de US$ 12 milhões em remediação e reconstrução de sistemas. Também confirmaram que nenhum resgate foi pago.

O caso coloca o ataque dentro de uma sequência de incidentes que vêm forçando organizações da região a detalhar quanto custa retomar a operação depois de uma intrusão. No caso do banco estatal uruguaio, os recursos foram destinados a tarefas de remediação e reconstrução de sistemas, sem qualquer compensação aos atacantes.

Em paralelo, um relatório sobre ransomware no Brasil indica que o país concentra 51% dos ataques ao setor, segundo o material disponível no resultado. O dado, atribuído pela fonte e ainda não confirmado oficialmente no material fornecido, aumenta a pressão sobre instituições financeiras e órgãos públicos da América Latina, onde os ataques não apenas interrompem serviços, mas também deixam custos altos de recuperação.

O caso do BHU oferece uma referência concreta desse gasto. Enquanto algumas organizações optam por não pagar resgates e conduzir a restauração internamente, o impacto financeiro acaba aparecendo na conta de remediação, reconstrução e continuidade operacional.

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