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Brasil lidera ataques de ransomware à saúde

Santotech diz que o Brasil concentra os ataques de ransomware à saúde na América Latina, com phishing e equipamentos desatualizados.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA14 de jul. de 20262 min de leitura

Brasil concentra o maior número de ataques de ransomware direcionados ao setor de saúde na América Latina, segundo um artigo da Santotech. A publicação aponta phishing, exploração de vulnerabilidades em sistemas e equipamentos médicos desatualizados, além da interrupção de sistemas críticos hospitalares para pressionar o pagamento do resgate.

Brasil concentra o maior número de ataques de ransomware direcionados ao setor de saúde na América Latina, segundo um artigo da Santotech, que não detalha nomes de grupos de ameaça nem casos específicos.

Táticas citadas

A publicação descreve como TTPs genéricas o uso de phishing, a exploração de vulnerabilidades em sistemas e equipamentos médicos desatualizados e a interrupção de sistemas críticos hospitalares para aumentar a pressão sobre as vítimas e forçar o pagamento do resgate.

Fragilidades recorrentes em hospitais

A Santotech também aponta que os hospitais brasileiros afetados por ransomware na América Latina costumam apresentar falhas de segmentação de rede, ausência de autenticação multifator em contas privilegiadas e falta de planos de resposta a incidentes. Segundo essa descrição, essas lacunas ampliam o impacto operacional dos ataques quando os invasores conseguem entrar na rede.

A combinação de acesso inicial por phishing, exposição de equipamentos médicos sem atualização e ambientes com controles de acesso fracos reduz a capacidade dos centros de saúde de conter e recuperar os danos. Nesse contexto, a interrupção de sistemas críticos não afeta apenas a continuidade do atendimento, como também reforça o objetivo extorsivo do ransomware.

Em paralelo, a Agência Nacional de Proteção de Dados do Brasil, ANPD, informou a abertura de um processo sancionador contra uma organização social por uma falha na proteção de dados de 500 mil pacientes de unidades públicas de saúde, um caso que volta a colocar sob escrutínio a gestão de segurança no ecossistema sanitário brasileiro.

Fontes

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