Hospital Santa Marta: Justiça mantém condena
TJDFT manteve a condena de dois hackers que invadiram o Hospital Santa Marta e exigiram 43 bitcoins por dados de pacientes.
A Justiça do Distrito Federal manteve a condena de dois réus por invasão de dispositivo informático, extorsão e atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública no caso do Hospital Santa Marta. Segundo a denúncia, eles acessaram sem autorização um banco de dados secundário do hospital, obtiveram documentos e informações de pacientes e depois exigiram 43 bitcoins sob ameaça de divulgar o material.
A Justiça do Distrito Federal manteve a condena de dois réus por invasão de dispositivo informático, extorsão e atentado contra a segurança de um serviço de utilidade pública no caso do Hospital Santa Marta. Segundo a denúncia, eles acessaram sem autorização um banco de dados secundário do hospital, obtiveram documentos e informações de pacientes e, em seguida, exigiram 43 bitcoins sob ameaça de divulgar o material.
¿Qué resolvió el tribunal?
O TJDFT confirmou por unanimidade a condena de dois hackers por um ataque cibernético contra o Hospital Santa Marta. A decisão manteve as penas por invasão de dispositivo informático, extorsão e atentado contra a segurança de um serviço de utilidade pública, de acordo com Convergência Digital e Valor.
O caso ficou associado à exigência de resgate em bitcoins após a obtenção de documentos e informações de pacientes. O Correio Braziliense informou ainda que o valor pedido, 43 bitcoins, foi estimado pelo veículo em aproximadamente R$16.807.027,66, segundo a cotação usada na publicação.
¿Qué decía la investigación citada en el proceso?
Segundo o Correio Braziliense, o relatório de investigação citado no processo descreveu que os acusados pretendiam executar um ataque de ransomware para paralisar os sistemas do hospital. A mesma cobertura acrescentou que o grupo buscava interromper a operação da unidade hospitalar e que o malware tinha potencial destrutivo.
Essa formulação, porém, se refere à intenção atribuída aos acusados e não comprova que o ransomware tenha sido instalado ou executado. O material disponível apenas confirma a invasão, a obtenção de dados e a exigência posterior de pagamento.
¿Qué otros datos da el panorama de salud en Brasil?
A ANPD registrou 43 comunicações formais de incidentes de segurança no setor de saúde no Brasil entre janeiro e o início de setembro de 2026. O relatório citado por Comprova detalha que dez foram roubo de credenciais, oito acesso não autorizado, sete divulgação indevida de dados pessoais e cinco sequestro de dados.
O GauchaZH informou ainda que 88% dessas comunicações formais vieram do setor privado. O dado reforça que os incidentes reportados não se concentram em uma única classe de organização dentro do sistema de saúde.
¿Hubo otro incidente reciente en la región?
Sim, o INCAN informou ter sofrido um incidente de cibersegurança que afetou temporariamente seu Departamento de Radioterapia. A instituição comunicou que os serviços foram totalmente restabelecidos em 11 de setembro e, segundo a La Hora, o caso foi denunciado ao Ministério Público.
Neste material, não há confirmação pública de que esse episódio tenha sido ransomware. O que fica estabelecido é o impacto temporário sobre a radioterapia e a posterior recuperação total do serviço.
Fontes
- Hospitais não pedem pagamentos por telefone; veja como se protegergauchazh.clicrbs.com.br· GauchaZH
- Justiça mantém condenação de hackers que roubaram dados de hospital no Distrito Federalconvergenciadigital.com.br· Convergência Digital
- Hospitais não pedem pagamentos por telefone; veja como se protegerprojetocomprova.com.br· Projeto Comprova
- Tribunal mantém penas de hackers que invadiram sistemas de hospitalcorreiobraziliense.com.br· Correio Braziliense
- TJDFT condena hackers por ataque cibernético a hospitalvalor.globo.com· Valor Econômico
- INCAN restablece sus servicios de radioterapia tras ciberataquelahora.gt· La Hora



