DOF altera regras para grupos financeiros
Diário Oficial publicou mudanças para controladoras e subcontroladoras. El Economista registrou oito incidentes no México entre janeiro
O Diário Oficial da Federação publicou uma resolução que altera as disposições aplicáveis às sociedades controladoras de grupos financeiros e às subcontroladoras em matérias de competência conjunta das comissões nacionais supervisoras. A norma passa a valer no dia seguinte à publicação, enquanto o México continuou registrando incidentes cibernéticos no setor financeiro ao longo de 2026.
O Diário Oficial da Federação publicou uma resolução que altera as disposições aplicáveis às sociedades controladoras de grupos financeiros e às subcontroladoras em matérias de competência conjunta das comissões nacionais supervisoras. A resolução prevê entrada em vigor no dia seguinte à publicação, enquanto o El Economista informou que, entre janeiro e maio de 2026, foram registrados oito incidentes comunicados ao Banco do México ou à Comissão Nacional Bancária e de Valores.
O que mudou com a resolução publicada no DOF?
A resolução altera as disposições gerais aplicáveis às sociedades controladoras de grupos financeiros e às subcontroladoras em matérias compartilhadas pelas comissões nacionais supervisoras. O documento foi publicado no Diário Oficial da Federação em 28 de outubro de 2026 e define sua entrada em vigor para o dia seguinte.
O que mostram os incidentes reportados no México durante 2026?
Os registros comunicados ao Banco do México ou à CNBV somaram oito casos entre janeiro e maio de 2026, segundo o El Economista. O veículo também indicou que nenhum desses registros atribui os fatos ao grupo chamado CyberCartel.
No mesmo levantamento, o El Economista atribuiu à Straiker a identificação de 43 credenciais de uma fintech que poderiam facilitar operações indevidas ligadas ao SPEI. O material disponível não comprova uma invasão da infraestrutura central do Banxico nem informa um valor subtraído por meio de transações de teste, de modo que esse ponto permanece como um achado atribuído pela fonte, e não como uma intrusão confirmada.
Qual foi o incidente de maior impacto econômico?
O caso de maior impacto econômico apurado correspondeu a um banco atacado em fevereiro de 2026 com ransomware Qilin, segundo o mesmo relatório do El Economista. O prejuízo reconhecido foi de 91,76 milhões de pesos, e os serviços de transferências foram afetados.
O veículo também informou que os valores apurados para entidades financeiras mexicanas em 2026 totalizavam 125,63 milhões de pesos. Ao mesmo tempo, quatro incidentes ainda aguardavam avaliação econômica, e o impacto sobre clientes de uma sociedade financeira popular atacada em abril continuava sem definição.
Fontes
- RESOLUCIÓN que modifica las Disposiciones de carácter general aplicables a las sociedades controladoras de grupos financieros y subcontroladoras que regulan las materias que corresponden de manera conjunta a las Comisiones Nacionales Supervisorasdof.gob.mx· Diario Oficial de la Federación
- When Cybersecurity Fails, Legal Responsibility Beginsmexicobusiness.news· Mexico Business News
- CyberCartel utilizó IA para atacar más de 400 objetivos financieros en América Latinaeleconomista.com.mx· El Economista



