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Colômbia entra na mira de StrikeShark

Kaspersky atribuiu a StrikeShark uma campanha com vítimas na Colômbia. Zscaler relatou um ataque de BlindEagle a uma agência colombiana.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA31 de jul. de 20262 min de leitura

Dois relatórios de segurança voltaram a colocar a Colômbia no centro de campanhas contra órgãos públicos e empresas de tecnologia. A Infobae informou sobre uma operação atribuída pela Kaspersky ao StrikeShark, com vítimas em órgãos governamentais, entidades diplomáticas e companhias de software, enquanto a Zscaler detalhou um ataque do BlindEagle contra uma agência do governo colombiano.

Duas campanhas com vítimas na Colômbia

Dois relatórios de segurança publicados por empresas diferentes voltaram a colocar a Colômbia entre os países afetados por campanhas contra órgãos públicos e companhias de tecnologia. A Infobae informou sobre uma operação atribuída pela Kaspersky ao StrikeShark, com vítimas em órgãos governamentais, entidades diplomáticas e empresas de software. Em paralelo, a Zscaler descreveu uma campanha do BlindEagle contra uma agência do governo colombiano.

No caso do StrikeShark, a reportagem da Infobae apontou que a Kaspersky identificou como núcleo da campanha um novo malware chamado SharkLoader. Segundo a cobertura, a atividade atingiu organizações governamentais, diplomáticas e empresas de software em vários países, incluindo a Colômbia na América Latina. Também foi indicado que as vítimas identificadas pela Kaspersky incluíam órgãos governamentais, entidades diplomáticas e companhias de software na Colômbia, além de outros países fora da região.

As informações disponíveis não detalham, nesta entrega, quais foram os vetores iniciais ou o alcance operacional completo do StrikeShark, mas deixam registrado que a atribuição partiu da Kaspersky e que o foco incluiu alvos institucionais e do setor de software.

O caso BlindEagle

A Zscaler, por sua vez, publicou um relatório intitulado "BlindEagle Targets Colombian Government Agency with Caminho and DCRAT". O material confirma um ataque direcionado a uma agência governamental colombiana e insere a campanha no contexto da atividade do BlindEagle.

Com esses dois relatórios, a Colômbia aparece no centro de ao menos duas campanhas distintas atribuídas a agentes diferentes, uma associada ao StrikeShark e outra ao BlindEagle. Em ambos os casos, os alvos mencionados são organizações governamentais, embora a cobertura da Infobae também inclua entidades diplomáticas e empresas de software no alcance do StrikeShark.

Fontes

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