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Chile registra 33 casos de ransomware em 2026

Secure Soft registrou 33 organizações chilenas afetadas por ransomware entre janeiro e agosto de 2026, com roubo de dados.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Entre janeiro e agosto de 2026, o Chile registrou 33 organizações afetadas por ransomware, segundo o relatório de cibersegurança de outubro da Secure Soft citado por Pisapapeles. A cobertura também coloca o país atrás de Brasil, México e Argentina no recorte regional e aponta que os ataques podem interromper serviços e expor informações mesmo após a recuperação dos sistemas.

O que a Secure Soft reportou sobre o Chile?

Entre janeiro e agosto de 2026, 33 organizações chilenas foram afetadas por ransomware, segundo o relatório de cibersegurança de outubro da Secure Soft citado por Pisapapeles. A cobertura acrescenta que o registro regional coloca o Chile abaixo de Brasil, México e Argentina, embora a nota não apresente uma verificação independente do conjunto de dados.

A comparação regional mencionada por Pisapapeles registra 158 organizações no Brasil, 98 no México e 56 na Argentina, contra 33 no Chile. Essa distribuição é atribuída ao material reunido no relatório da Secure Soft, com uma referência intermediária à CronUp ATRc, mas sem detalhamento por setor, vítima ou campanha específica.

O que os atacantes fazem antes de criptografar?

A Secure Soft identificou 14 táticas organizadas em cinco etapas, e a cobertura da La Verdad diz que os criminosos combinam a criptografia de arquivos com o roubo de informações para exigir resgate. Essa sequência aparece como parte de operações de ransomware mais amplas, nas quais a exfiltração acompanha o bloqueio dos sistemas.

A fonte não relaciona essas táticas a um grupo específico nem a uma vítima chilena concreta. Também não permite associá-las a um setor particular entre as 33 organizações mencionadas no registro do Chile.

Qual impacto a cobertura descreve?

Pisapapeles alerta que os ataques podem interromper serviços e expor informações sensíveis mesmo quando as organizações conseguem recuperar os sistemas. A nota não atribui esse efeito a uma empresa, órgão ou caso chileno específico, mas o apresenta como uma consequência possível dentro dos incidentes de ransomware analisados.

Em paralelo, a La Verdad resume que a criptografia de arquivos já não vem sozinha, e passa a ser acompanhada pelo roubo de dados para aumentar a pressão sobre a vítima. Nesse esquema, o acesso às informações vira parte central da extorsão, ainda que não haja detalhes públicos sobre cada incidente individual.

Fontes

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