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Chile: Huatacondo segue fora de serviço após ataque

Huatacondo e seu BESS seguem com 0% de disponibilidade no Chile, 62 dias após o ciberataque de 27 de agosto.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

O parque solar Huatacondo, de 103 MW, e seu sistema de baterias de 98 MW/312 MWh continuavam fora de serviço e com 0% de disponibilidade até 28 de outubro, 62 dias após o incidente de 27 de agosto. O informe diário do Coordenador Elétrico Nacional ainda atribuía a desconexão ao ciberataque às instalações de Huatacondo.

O parque solar Huatacondo, de 103 MW, e seu sistema de baterias de 98 MW/312 MWh seguiam desconectados e com 0% de disponibilidade até 28 de outubro, 62 dias após o incidente de 27 de agosto, segundo a EnergySage Chile. O informe diário do Coordenador Elétrico Nacional ainda mantinha os dois ativos fora de serviço e seguia apontando o ciberataque às instalações de Huatacondo como causa.

O que registrou o Coordenador Elétrico Nacional?

O registro diário do Coordenador Elétrico Nacional manteve o parque Huatacondo e seu sistema de baterias desconectados, com 0% de disponibilidade, e continuou atribuindo a indisponibilidade ao ciberataque. Essa permanência no status operacional mostra que, ao menos até 28 de outubro, ainda não havia retorno ao serviço para o conjunto solar e de armazenamento.

A referência do órgão é relevante porque não se tratou de uma interrupção breve nem de uma recuperação imediata. A cobertura especializada citada pela Energy Storage News informou em 27 de outubro que o sistema seguia offline, com a mesma causa associada no informe diário. Um dia depois, a EnergySage Chile continuava vendo o mesmo quadro no parque e em seu BESS.

Qual foi o alcance da indisponibilidade?

A indisponibilidade atingiu tanto a usina solar quanto o sistema de baterias, que ficaram registrados com 0% de disponibilidade por mais de dois meses. A EnergySage Chile detalhou que se tratava de uma planta de 103 MW e de um sistema de armazenamento de 98 MW/312 MWh, sem retorno ao serviço até 28 de outubro.

A sequência temporal também foi marcada pela data do incidente, 27 de agosto. Desde então, a permanência fora de linha transformou o caso em um problema de resiliência e continuidade operacional de OT para o sistema elétrico chileno, além do evento inicial reportado como ciberataque.

O que se sabe e o que segue sem confirmação?

Uma cobertura independente observou que ainda não havia sido estabelecido se as desconexões de Huatacondo, Santa Rita, Olivos e Espinos estavam relacionadas entre si, nem qual era a origem do ataque ou quais sistemas haviam sido comprometidos. Essa observação, atribuída pela PV Solar Fast, deixa em aberto a dimensão técnica do incidente.

Por ora, o dado confirmado é a persistência da indisponibilidade de Huatacondo e de seu BESS, junto com a atribuição do evento a um ciberataque nos registros do Coordenador Elétrico Nacional. O restante, incluindo a relação entre as desconexões, seguia sem confirmação oficial nas coberturas citadas.

Fontes

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