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Brasil: base ligada ao SISVISA ficou exposta

Uma base associada ao SISVISA teria ficado acessível sem autenticação e exposto mais de 102 mil arquivos com dados sensíveis.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Hackread informou que uma base de dados associada ao sistema SISVISA do Brasil teria ficado acessível publicamente, com 102.215 arquivos e cerca de 79 GB de informações que incluiriam nomes, endereços, telefones, CPF/CNPJ, documentos de identidade e relatórios de inspeção sanitária.

Hackread informou que uma base de dados associada ao sistema SISVISA do Brasil teria ficado acessível publicamente, e que o pesquisador Jeremiah Fowler a identificou como pertencente ao Sistema de Informação de Vigilância Sanitária brasileiro.

Alcance da exposição

A cobertura da Hackread indica que a base exposta continha 102.215 arquivos, com volume aproximado de 79 GB. Entre os dados citados estão nomes, endereços, telefones, CPF/CNPJ, documentos de identidade e relatórios de inspeção sanitária. A Security Affairs reproduziu a mesma história e afirmou que se tratava de uma base acessível sem autenticação, com 102.215 registros brasileiros de saúde.

Acesso desativado após os avisos

Segundo a cobertura secundária, o acesso público foi desativado depois que o pesquisador enviou avisos a órgãos do governo. No material disponível, não há resposta oficial confirmada de autoridades brasileiras.

A nota da Hackread e o acompanhamento da Security Affairs convergem ao apontar que a exposição atingiu informações ligadas ao sistema brasileiro de vigilância sanitária e que o acesso sem autenticação foi o ponto central da descoberta. A Digital Reviews também publicou uma cobertura sobre a exposição do SISVISA, embora nos resultados disponíveis não haja confirmação oficial adicional sobre o incidente.

Fontes

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