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Banco Central endurece controles do Pix

BC avalia limitar o Pix a instituições com falhas de cibersegurança e aplicar sanções graduais conforme o risco.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA19 de jul. de 20262 min de leitura

O Banco Central do Brasil quer dar ao risco cibernético um peso equivalente ao de capital e liquidez na supervisão prudencial do Pix, segundo a NC News. A proposta prevê critérios objetivos para classificar as instituições que operam no sistema, definir falhas graves de segurança e monitorar indicadores técnicos.

O Banco Central do Brasil quer colocar o risco cibernético no mesmo patamar de capital e liquidez na supervisão prudencial do Pix, segundo a NC News. A proposta inclui critérios objetivos para classificar as instituições participantes, definir o que será considerado uma falha grave de segurança e estabelecer quais indicadores técnicos entrarão no monitoramento.

Resposta graduada

De acordo com a apuração, a autoridade estuda uma resposta em etapas, conforme o nível de risco identificado. Quando houver vulnerabilidades técnicas ou procedimentos considerados frágeis, a primeira medida seria impor limites diários ou por operação e restringir os horários de funcionamento.

Se surgirem indícios de ataques em andamento, fraudes em grande escala ou descumprimentos repetidos, o Banco Central poderia avançar até a suspensão total do acesso ao Pix. Nesse caso, a instituição ficaria em uma espécie de quarentena digital até que as correções fossem validadas tecnicamente.

A NC News também informa que o órgão quer agir de forma preventiva e com respostas mais rápidas do que as previstas hoje em processos administrativos tradicionais. Isso reforça um modelo de supervisão contínua sobre a segurança cibernética aplicada ao ecossistema do Pix.

O que foi reportado sobre novas regras

Em paralelo, a FDR publicou que, a partir de maio de 2026, aplicativos bancários poderiam ficar impedidos de enviar e receber transferências via Pix se não reforçarem sua segurança digital. A reportagem descreve uma possível suspensão temporária do botão de transferência até que a instituição comprove o cumprimento das exigências técnicas.

A mesma cobertura esclarece que não cita um ato normativo específico e apresenta esse cenário como uma medida mencionada em termos gerais, por isso esse alcance não aparece confirmado na documentação citada. Por ora, o que se pode verificar é que o Banco Central estuda endurecer os critérios de segurança e ampliar sua capacidade de intervenção sobre as instituições que operam com Pix.

Fontes

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