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ATF investiga incidente em sistema isolado

ATF apura incidente em sistema isolado e diz não haver indícios de impacto em eForms, na rede corporativa ou em outros sistemas.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

A ATF confirmou que investiga um incidente de cibersegurança em um sistema independente e separado de sua rede empresarial. A agência disse que não vê indícios de impacto em sua rede corporativa, no eForms nem em outros sistemas, e que cortou as conexões com o ambiente afetado enquanto avança na resposta e na análise forense.

A ATF confirmou que investiga um incidente de cibersegurança que atingiu um sistema independente, separado de sua rede empresarial. A agência afirmou que não há indícios de impacto em sua rede corporativa, no eForms nem em outros sistemas, e que já isolou o ambiente afetado enquanto avança na resposta a incidentes e na análise forense.

O que a ATF disse sobre o alcance do incidente?

A ATF afirmou que o evento ficou contido em um sistema isolado e que, até agora, não encontrou sinais de impacto em sua rede empresarial nem no eForms. O órgão também disse não ver indícios de comprometimento em outros sistemas da agência.

A instituição acrescentou que separou o ambiente comprometido do restante da infraestrutura. Segundo a comunicação oficial, as ações em andamento incluem resposta a incidentes e análise forense.

O que implica a classificação de "major incident"?

A classificação de "major incident" aciona uma notificação formal a parlamentares no Congresso, segundo informou a TechCrunch. A ATF também disse que já concluiu as notificações exigidas por essa classificação.

O Nextgov informou que, apesar desse enquadramento, a agência afirmou que o incidente não interrompeu suas operações nem afetou sua capacidade de cumprir suas missões de fiscalização e regulação. A própria ATF não detalhou quais fatores levaram o Departamento de Justiça a classificar o caso dessa forma.

O que se sabe sobre Qilin e a atribuição?

A TechCrunch relatou ter visto uma reivindicação de responsabilidade do grupo de ransomware Qilin em seu site de vazamento, embora não tenha encontrado evidência pública do ataque. O Nextgov acrescentou que a ATF não confirmou publicamente o uso de ransomware nem atribuiu formalmente o caso ao Qilin.

A agência também não informou se houve roubo de dados. Segundo o Nextgov, ela não identificou publicamente qual sistema foi afetado nem quando o incidente foi descoberto, e ainda não revelou se os invasores acessaram ou subtraíram informações.

O Qilin é descrito pelo Nextgov como um grupo de ransomware como serviço que costuma roubar dados e ameaçar publicá-los para pressionar as vítimas. Neste caso, a ATF não confirmou esse modo de operação nem disse se a intrusão envolveu exfiltração.

O que se sabe do sistema afetado?

O Nextgov contextualizou que o eForms permite que a indústria de armas de fogo e o público apresentem pedidos ligados a armas reguladas pela National Firearms Act, como silenciadores, rifles de cano curto e metralhadoras. A ATF, no entanto, afirmou que esse sistema não foi impactado.

Um relatório sindicado da KATU/7News, com base em The Hill e Cybernews, indicou que o Qilin listou a ATF ao lado de outras cinco vítimas dos setores de manufatura e indústria em seu site na dark web. Ainda assim, a agência não reconheceu publicamente o Qilin como responsável.

O mesmo relatório acrescentou que o anúncio da investigação coincidiu com outra operação do Departamento de Justiça, que apreendeu as plataformas de hacking QScan e QTRouter, ligadas a um grupo estatal chinês, em um contexto de pressão simultânea sobre vários atores de ameaça.

A Tactical Shit, citando declarações de porta-vozes e fontes internas, afirmou que o sistema isolado comprometido continha informações sobre alvos de investigações da ATF, mas não registros da NFA nem o stack de licenças usado pelo eForms.

Fontes

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