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Kazu lista OSI e Mobilemed como vítimas

Kazu atribuiu ataques ao Centro Médico Especializado OSI e à Mobilemed. As alegações seguem sem confirmação pública robusta.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:3 min de leitura

Kazu publicou o Centro Médico Especializado OSI: Healthcare Solutions como vítima em seu site de vazamentos, com resgate estimado em US$250 mil e 222 usuários comprometidos, segundo ransomware.live. A Brazil Mobilemed também apareceu entre os alvos atribuídos ao grupo, mas os relatos disponíveis ainda tratam os dois casos como alegações sem confirmação oficial das supostas vítimas.

Kazu voltou a colocar o setor de saúde da América Latina no foco ao listar Centro Médico Especializado OSI: Healthcare Solutions e Brazil Mobilemed em seu site de vazamentos. No caso da OSI, o ransomware.live estimou um resgate de US$250 mil e apontou 222 usuários comprometidos. Já sobre a Mobilemed, as coberturas disponíveis repetem a atribuição ao grupo, mas sem validação pública independente de um ataque bem-sucedido.

¿Qué se sabe de Centro Médico Especializado OSI?

A informação disponível indica o Centro Médico Especializado OSI: Healthcare Solutions como vítima listada pelo Kazu em 23 de agosto, mas não há confirmação pública da empresa sobre interrupção de serviços, vazamento ou pagamento de resgate. A ficha do ransomware.live atribui ao caso um resgate estimado de US$250 mil e 222 usuários comprometidos.

Breach House também registrou o caso como um ransomware atribuído ao Kazu, com país México e setor de saúde. Em uma análise sobre a campanha do grupo, a HookPhish incluiu uma seção específica para a OSI e a classificou como alvo do Kazu com data de 23 de agosto de 2026 e país México, embora tenha esclarecido que não havia detalhes públicos sobre interrupção de serviços, valor pago ou notificações a pacientes.

A conta de inteligência de brechas IBreaches replicou a entrada do site de vazamentos em 24 de agosto, sem acrescentar evidências independentes de impacto operacional ou filtragem. A MedRisk, por sua vez, ressaltou que as listas do Kazu incluíram várias organizações latino-americanas do setor de saúde, mas sublinhou que todas as alegações eram não confirmadas e que nenhuma das vítimas havia se manifestado publicamente.

¿Cómo aparece Mobilemed en los reportes?

A Mobilemed aparece em várias coberturas como suposta vítima do Kazu, associada a uma fornecedora brasileira de PACS em nuvem para radiologia e imagens médicas, mas os materiais disponíveis também deixam claro que a confirmação independente segue limitada. Dexpose e Cyber News Live reproduzem a atribuição ao grupo e o mesmo domínio, data do reporte e etiqueta Cloud PACS Platform, sem apresentar indicadores técnicos verificados nem resposta oficial da empresa.

A Undercode News afirmou que a ligação entre Mobilemed e Kazu vem de relatórios de inteligência anteriores, e citou um informe da VECERT que já listava um suposto breach associado ao grupo com data de 10 de julho de 2026. Em outra cobertura, a própria Undercode News disse que o Kazu teria atingido a Mobilemed e que os detalhes técnicos e a validação independente do incidente continuavam limitados.

O contexto foi ampliado por uma reportagem da eAgora, que estimou que a plataforma atende mais de 5.000 radiologistas e centenas de hospitais e centros de diagnóstico no Brasil. Esse texto também informou que o Kazu afirma ter roubado cerca de 23,5 TB de dados e exigido um resgate de US$1,5 milhão, mas ressaltou que até o momento a empresa não publicou nenhum comunicado confirmando ou negando o ataque.

¿Qué muestran las coberturas sobre la tanda de Kazu?

As coberturas coincidem ao dizer que o Kazu publicou várias vítimas do setor de saúde em uma única jornada, mas insistem que as listas do site de vazamentos, por si sós, não equivalem a uma intrusão confirmada. A Security Arsenal informou que sete das nove vítimas listadas naquele dia eram organizações ou plataformas de saúde, entre elas Centro Médico Especializado OSI e Mobilemed, e propôs regras de detecção e TTPs associados em vez de validar ataques bem-sucedidos.

A MedRisk descreveu essa leva como um conjunto de oito alvos de saúde, incluindo hospitais tradicionais e plataformas SaaS de telemedicina e imagem médica. HookPhish e IBreaches se limitaram a refletir as entradas publicadas pelo grupo, sem evidências independentes de impacto operacional, vazamento verificado ou notificações regulatórias visíveis no momento da publicação.

Fontes

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