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Columbia confirma ransomware e SLED investiga

Columbia confirmou ataque de ransomware e SLED abriu investigação. Qilin teria incluído a cidade em seu site de vazamentos.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 3 min de leitura

A cidade de Columbia, na Carolina do Sul, confirmou um ataque de ransomware que afetou serviços online e passou a ser investigado pela SLED. A cobertura mais recente acrescentou que Qilin supostamente adicionou o município ao seu site de vazamentos, sem confirmação oficial de exfiltração.

Atualização 31 de outubro de 2026: A nota traz dois desdobramentos. Em Columbia, a BreachNews informou que o Qilin supostamente adicionou a cidade ao seu site de vazamentos em 29 de outubro, embora a autoria e qualquer exfiltração ainda não tenham verificação oficial. Além disso, Bernalillo, no Novo México, aprovou uma oferta de US$ 82 mil aos invasores para tentar encerrar seu próprio ataque de ransomware, sem confirmação de que o pagamento tenha sido feito.

A cidade de Columbia, na Carolina do Sul, confirmou em 23 de outubro de 2026 que foi alvo de um ataque de ransomware detectado inicialmente em 20 de outubro. O incidente afetou vários serviços públicos online, e a Divisão de Aplicação da Lei da Carolina do Sul, SLED, abriu uma investigação criminal. Segundo a cobertura disponível, polícia, bombeiros, o sistema 911, a Columbia Water e o centro de pagamentos continuavam operando.

Quais serviços foram afetados?

A interrupção atingiu a plataforma MyColaSC, usada para pagar contas de serviços públicos, reportar incidentes não urgentes e acessar outros serviços municipais. Também foram afetados os Geographic Information Systems e sistemas do Animal Services, segundo a Recorded Future News e a WLTX.

A WLTX acrescentou que as reservas do Parks and Recreation também estavam entre os serviços impactados, enquanto a cidade trabalhava para identificar quais sistemas tinham sido comprometidos e qual era a extensão da interrupção. O The Post and Courier informou ainda que o município não havia especificado publicamente quais dados sensíveis tinham sido alvo ou obtidos.

O que disseram as autoridades?

A cidade trabalhava com a SLED para conter o ataque e determinar se houve exposição de informações, segundo a WIS-TV. Nessa cobertura, o FBI afirmou que tinha conhecimento do incidente, mas que não participava da investigação naquele momento.

A confirmação pública de Columbia veio em 23 de outubro, depois de o ataque ter sido detectado em 20 de outubro. Em 26 de outubro, a cobertura ainda mostrava que vários serviços públicos online continuavam afetados, embora as funções de emergência e os pagamentos essenciais permanecessem operacionais.

Columbia também informou que removeu preventivamente aplicações afetadas para conter o incidente e facilitar a investigação e a recuperação. Entre os serviços públicos ainda afetados estavam MyColaSC, Animal Services, as reservas do Parks and Recreation e os serviços de GIS.

A SLED confirmou que o caso era um ataque de ransomware e conduzia a investigação criminal. A cidade disse que avaliava quais sistemas e quais informações podem ter sido acessados ou comprometidos. Columbia afirmou ainda que seus departamentos criaram procedimentos alternativos para manter quase todos os serviços municipais disponíveis enquanto a recuperação e a investigação continuavam.

O que se sabe sobre dados e extorsão?

Até o momento, as fontes não confirmam publicamente extração de dados nem pagamento de resgate. O The Post and Courier informou que a cidade não havia divulgado quais informações sensíveis tinham sido alvo ou obtidas, e tampouco confirmou uma exfiltração.

Essa ausência de confirmação deixou em aberto o alcance real do incidente, embora as autoridades tenham reconhecido que se tratou de um ataque de ransomware e que a SLED mantém uma investigação criminal sobre o caso.

O que aconteceu em Bernalillo?

Bernalillo, no Novo México, aprovou uma oferta de US$ 82 mil aos invasores para tentar resolver seu próprio ataque de ransomware, mas o relatório indicou que o acordo não garantia a recuperação dos sistemas. Funcionários do município também disseram que ainda não haviam feito o pagamento e que não tinham um prazo para voltar à normalidade.

Embora a maior parte dos serviços de Bernalillo já tivesse voltado a operar, os moradores ainda não podiam pagar as contas de água online e precisavam fazer isso presencialmente ou por correio.

Fontes

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