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Chile alerta para CVE-2024-6387 no OpenSSH

CSIRT Chile alertou para a falha crítica CVE-2024-6387 no OpenSSH e confirmou exploração ativa. Recomenda corrigir

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA26 de jul. de 20262 min de leitura

O CSIRT do Governo do Chile publicou um aviso sobre a vulnerabilidade crítica CVE-2024-6387 no OpenSSH, conhecida como regressh, e informou que há exploração ativa confirmada com base em relatos públicos. A orientação oficial é atualizar para versões corrigidas ou aplicar mitigações de configuração.

Aviso oficial no Chile

O CSIRT do Governo do Chile publicou um aviso de segurança sobre a vulnerabilidade crítica CVE-2024-6387 no OpenSSH, conhecida como regressh. Na comunicação, o órgão informou que há exploração ativa confirmada, com base em relatos públicos, e pediu adoção de medidas de mitigação o quanto antes.

A recomendação oficial segue dois caminhos, atualizar para versões com correção ou aplicar mitigação de configuração. O alerta chileno se soma a outras advertências divulgadas por equipes de resposta e organismos de coordenação que acompanham o caso desde a divulgação da falha.

O que se sabe sobre a falha

A CVE-2024-6387 afeta o OpenSSH e foi identificada no componente sshd. A própria referência do CERT Coordination Center registra a vulnerabilidade no signal handler do sshd. O OpenSSH incluiu correções nas notas da versão 9.8, e o caso também aparece no catálogo de vulnerabilidades exploradas conhecidas da CISA.

A Qualys publicou um advisory específico sobre regressh, enquanto a Debian emitiu a DSA-5706-1 com medidas para seus pacotes. O fato de a falha estar no catálogo KEV da CISA reforça que se trata de um problema monitorado por conta da exploração ativa.

Alertas na região

Essa não foi a única alerta regional relacionada ao OpenSSH. O CERT-MX e o CERT.br também divulgaram avisos sobre a CVE-2024-6387, alinhados à necessidade de priorizar a correção em ambientes expostos.

O foco dessas advertências está em servidores e serviços que usam OpenSSH de forma ampla em infraestrutura crítica e corporativa. No material disponível, a prioridade indicada pelos organismos é a mesma, reduzir a exposição por meio de atualização ou de mitigação de configuração enquanto o risco persistir.

Fontes

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